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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

FELIZ NATAL COM P.P.P.



















NATAL


Nada melhor do que ter

Amor, “Pão” e Amizade.

Também, é bom não esquecer

Aqueles que neste Mundo

Lutam pela Liberdade.


E o que é Liberdade?

Julgamos todos saber

Então, pronto, é só dizer:

É viver em igualdade

No direito e no dever.


Sendo assim, que este Natal

Nos sirva de reflexão

Sobre a tristeza que assola

As muitas casas sem pão

E os meninos sem escola.

Ses:

Se acham bem o que aqui digo

Se certos e do meu lado

Levem a quem não consigo

O que vai neste “recado”.



Se ao nascer há igualdade,

Se na morte é tal e qual,

Porque é que durante a vida

Não há “espírito” de NATAL.



ARFER


E porque a criança, neste período, é o centro das atenções, incluindo as que vilmente são exploradas e maltratadas durante o ano, daí ter gostado deste poema que me foi gentilmente cedido.


"Toda criança do mundo
mora no meu coração
Seja pobre, seja rica,
Seja grandona ou nanica,
Mulata, ruiva, amarela,
Seja bonitinha ou feia
De trança ou touca de meia
Use sapato ou chinela...
Seja branca ou seja preta
De seda ou de camiseta
Com diploma ou sem escola
Triste, alegre ou boazinha
Que goste de amarelinha
Ou goste de jogar bola...
Seja indiazinha do mato
Não goste de usar sapato
Caeté ou cariri
Caipira ou da cidade
Diga mentira ou verdade
Em português ou tupi.
More em casa ou num barraco
Coma na mão ou no prato
Viva lá no fim do mundo
Durma na cama ou no chão

Toda criança do mundo
Mora no meu coração.”



(Ruth Rocha)

Cedido gentilmente por PAULA FIGUEIREDO, de Belo Horizonte, autora do BLOG “Espasmos de Inspiração”

sábado, 27 de novembro de 2010

AMIGOS QUE DÃO SABER

                                                        
Aos AMIGOS que escrevem.


Cinco letras, cinco dedos

Todos eles são diferentes

Tal como ideias e credos

Seguidos por tanta gente.

Para os que vêm e eu sigo,

Que já são quatro centenas

Vai o meu abraço amigo.

Não sei mais o que lhes diga

Já que dizer sem sentir

Não sou capaz de o fazer

E creio que todos vós, na verdade

Transmitem sonhos e SABER

Em perfeita LIBERDADE.

Uns falam da sua vida,

Das lutas que há por vencer

Que não há esperança perdida

Tudo depende do QUERER.

BEM HAJA, pois, para todos

Pela vossa criatividade

Os vossos versos e prosas

São “cheiro” de LIBERDADE.

ARFER

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

AO AMIGO


















AMIGO

Que continues a escrever

Poemas deste calibre

E tenhas essa vontade

De querer um país livre

E que a liberdade assente

No conceito da igualdade

De direitos e deveres.

Embora havendo pareceres

De que é uma utopia

Estamos certos da razão,

Esta não se fantasia.

O que dizes faz sentido

E vale em todo o momento

Desse passado sabido

É que vem o nosso alento.

É certo que em todo o tempo

Houve algumas frustrações

Por “batalhas” que perdidas,

Por insondáveis razões

São recordações vividas

Que trazem ensinamentos

Para a lutas que hão-de vir

Tendo em vista um Mundo novo.

Aquele que nós sentimos e outros hão-de sentir

Porque o futuro é do povo.

Eu penso o mesmo que pensas

E estando do mesmo lado nesta luta desigual,

Uma certeza nós temos

Ao pensar em Portugal

Em tudo aquilo que fazemos .

Os ideais e a razão são a nossa força, amigo.

E é nesse acreditar que o lutar faz sentido.



Sentado nesta cadeira à frente do monitor

Te mando um abraço amigo

E continua Fernando, que eu cá estarei contigo

Nas “lutas” que hão-de vir e avante camarada

Que um homem sem ideais nesta vida não é nada.

Um abraço.



ARFER

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

A REPÚBLICA - ACONTECEU


A REPÚBLICA – 5.10.1910 – ACONTECEU


Lembras-te daquele dia

Em que saímos da “Rotunda” de mão dada,

Depois daquela noite de luta e medo

Mas plenos de certezas e confiança?

Sentíamo-nos livres como aves

Voando num céu de esperança.

Dia que já tínhamos partilhado em sonhos.

Estávamos felizes como qualquer criança

Que tinha recebido a mais valiosa prenda.

Descemos a passo estugado a “Avenida”

À qual deste o nome de “Liberdade”.

Passámos pelo “Rossio”, onde a populaça

Vinda da Mouraria, do Castelo, Alfama e Graça,

Era um Mar de Gente e de Felicidade.

Ao fundo vimos o “Tejo” no seu caminho p’ro Mar.

O Povo em uníssono clamava por Ti.

Para Eles eras a força que os ia libertar

Das amarras da ignorância e da miséria.

Foi um dia dos mais felizes que vivi.

Quanto sentimento nele havia, não mais esqueci

Quando os nossos EUS se uniram pelo elo da verdade.

Na varanda do Município falavam de TI

Ao som da “Portuguesa” e com vivas à Liberdade.

ARFER

terça-feira, 5 de outubro de 2010

A SOPA


A SOPA

Esta sopa é acessível a todos e benéfica, tanto no que diz respeito ao Físico, mas também pela “mensagem” que nos traz.

No BARREIRO há jovens que pensam no “OUTRO”

Não se trata da sopa do “Sidónio” nem da dos “Pobres” do “António”, nem se trata, tão pouco, dos restos do “Rancho” que se distribuía à porta dos quartéis ,esperamos não chegar a tanto no futuro, mesmo que longínquo.

Este grupo de JOVENS BARREIRENSES (“COMIDA SIM, BOMBAS NÃO”) dá-nos mostra da importância da sopa enquanto alimento quase completo (diz o povo) e de fácil digestão, em comparação com as balas e bombas de ingestão rápida e morte súbita ou a prazo.

Se uma granada de mão equivalerá, no custo, a umas trezentas sopas, um míssil balístico daria para produzir uns milhões de pratos a transbordar deste suculento bem alimentar.

Agora, pensando em “MACRO” já que o “MICRO” foi atrás descrito, pensem bem, agora, da importância desta iniciativa de voluntariado puro, no seu significado e na mensagem que ela nos traz,

Pensem !!! : 10% dos gastos mundiais em bombas, material bélico e quejandos dariam, decerto, para alimentar os muitos milhões de cidadãos que neste MUNDO passam fome e comeriam uma SOPINHA, de boa vontade e em PAZ.

ARFER

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

AVE DOS SONHOS


















A AVE DOS SONHOS


Avezinha pequenina

Que vens de longe a voar

Do outro lado do mundo.

Como é lindo seu cantar.

Ave querida, sabes bem

Que eu estou à tua espera

Para ver teus olhos brilhar.

E isto não é quimera

Pois já sinto o teu voar

E o odor do teu perfume

Feito da mais linda flor

Que não é chama, nem lume

É fogo feito de amor.

Pousas-te, voei contigo

Por quanto tempo, não sei

E foi então que acordei

E não estavas a meu lado

Foi sonho de que gostei

Mas fica o sonho guardado.

ARFER


VAI e VEM



O Amor vai, o Amor vem

Pode ser suave brisa

Ou chama ardente.

Ninguém o dá porque quer

Mas por aquilo que sente.

Amor é um perfume de Liberdade

Que se pode ou não evaporar,

Porque é livre como o vento.

So livre se pode amar

Nas asas do pensamento.

Não pode, nunca, ser posse, mágoa ou dor.

É só nosso, não tem dono.

Por isso é maravilhosa

A dádiva do AMOR.


ARFER

segunda-feira, 2 de agosto de 2010


















CÁ E LÁ (da gaveta)


Andei por lá, passei por cá,

Procurando aquilo que já não há.

Ou haverá?

Talvez encontre, vou pesquisando

E neste ensejo eu é que mando.

Vou percorrendo novo caminho

E nesta procura não estou sozinho.

E num mar de gente, igual mas diferente

Que sabe o que quer e canta o que sente.

É lá que eu encontro aquilo que procuro,

Se bem que o caminho se revele o mais duro.

Mas foi na dureza dessa caminhada

Que tive a certeza do que procurava.

Quando te encontrei, afinal já sabia

Que eras afinal, aquilo que eu queria.

Estendeste-me a mão, seguimos em frente

E não mais procuro

És o meu presente,

SERÁS O MEU FUTURO!


ARFER (ANOS 70)

sábado, 31 de julho de 2010

"PENSANDO NO TEMPO"


















PENSANDO NO TEMPO


Pensando no TEMPO…

Mas que Tempo???

Que espaço, que volume,

Que distância tem o Tempo?

Alguém sabe quanto Tempo tem o Tempo?

O Tempo passa, o Tempo voa, o Tempo tarda.

Não há tempo para pensar no Tempo,

nem sentir a importância do Tempo

em cada um de nós.

Se todos temos um Tempo diferente,

e temos dele uma noção desigual.

Se na espera o tempo se prolonga

e nos bons momentos é lesto.

Se a vida é intensa o Tempo é curto.

Afinal o que é o Tempo,

Senão o parecer dos nossos sentidos.

O Tempo é uma estrada, onde a

Velocidade é variável.

É o princípio e o fim,

Onde o presente e o passado

Se confundem com o futuro.

Contudo o Tempo existe,

Tem uma dimensão uniforme e variável,

Tal qual a Identidade de cada Homem.


ARFER

quinta-feira, 15 de julho de 2010

ACREDITA EM TI !!!


INTERROGAÇÕES


Tens a certeza que sabes onde estás ?
Tens a certeza plena da tua condição ?
Sentes até onde podem ir os teus horizontes ?
Sabes quantas paredes imaginárias te toldam a visão ?
Imaginas os “cantos de sereia” que te inundam o espírito ?
Pensas, ao menos um minuto, nas mentiras que te segredam ?
Tens a certeza de que o teu caminho é o que te anunciam como sendo único?
Consegues sossegar o presente, esquecendo todo um passado recente ?

Caramba, consegues realmente muito ! Infelizmente !

Dá-te um cravo vermelho e pensa.
Conserva-o no teu punho cerrado e sonha.
Observa os outros cravos à tua volta e pertence-te.
Se o presente não é teu, que o tens hipotecado,
é tempo de pensares no futuro. E construí-lo.
Acredita que ninguém o fará por ti !
Nem estas pobres palavras te querem mostrar caminhos.
Acredita em ti. Mas pensa que sózinho não vais a lado nenhum.
Nem te mudarás a ti. Adaptar-te-às simplesmente.
Quando, de dentro de ti, vier esse desejo de mudança,
acredita que conseguirás ver, à tua volta,
muita outra gente boa, que também quer mudar.
E que está disposta a dar até a vida por isso, e por ti.

FERNANDO TAVARES MARQUES

A JOSÉ SARAMAGO - HOMEM DO POVO


       




















POEMA DE UM AMIGO - COMPANHEIRO DE MUITAS LUTAS.

AO JOSÉ SARAMAGO

Que pena !
Disseram aqueles
que imolaram a mãe de Blimunda.
É a memória do Memorial
que tu trouxeste ao futuro.

Que injustiça !
Escreveram aqueles que ao longo da história
se arrogaram o direito de julgar
e escreveram torto, por linhas direitas,
o medo terrível da inteligência humana.

Ai a tola, João Paulo
esta “fatwa”, este anátema
esta inspiração moderna
sobre um Salman Saramago.

Se eles soubessem, José,
onde nasce a inspiração!
Se eles soubessem, José,
do outro lado da Vida,
maior era o horizonte;
tinham aprendido a ler
Muito para além das palavras
E então, sim, aleluia!
quase te sacrificavam.

Humildemente te saúdo o génio,
Jubilosamente te saúdo o prémio.

Tristemente te digo:
- Que pena saberem tão pouco do espírito.

FERNANDO TAVARES MARQUES

quarta-feira, 7 de julho de 2010

UTOPIA ???? FRUTO DO SONHO?? OU NÂO?


















UTOPIA ???


O poema surge do nada, passo a passo

Como planta que desponta da semente

E com a esgrima das palavras me enlaço,

Neste sentir, forte, suave e coerente

Cresce o caule, surge a folha, nasce a flor

O fruto, esse, é o que se sente

Seja de revolta, mágoa ou de dor,

Este enleio com a vida é permanente.

A vida que é sonho, luta, amor ardente

Desígnio que partilho em paridade

Com todos os que são a minha gente

Que caminham almejando a LIBERDADE.

Que o Mundo seja do SER e não do TER

Onde frutifique a AMIZADE

Que rejeite as várias formas de PODER

Nesta TERRA que é de todos, na VERDADE !!


ARFER

quarta-feira, 30 de junho de 2010

BIBLIOTECA - UMA JANELA DE HOJE PARA O PASSADO E O FUTURO

                                  HOJE UM DE JULHO É 0 DIA DAS BIBLIOTECAS


Porque há dias escrevi:

"MAS LOUVE-SE O LIVRO E A MAGIA QUE ELE CONTÉM, A PALAVRA QUE ELE NOS TRAZ, AQUELE SENTIMENTO DE PARTILHA E CUMPLICIDADE QUE NOS TRANSMITE QUANDO O FOLHEAMOS. TRANSMITIR ÀS NOVAS GERAÇÕES O VALOR DO LIVRO É UMA RESPONSABILIDADE QUE NOS CABE.

VIVA O LIVRO, O LEITOR E O AUTOR, GÉNIO CRIADOR DE ESCRITOS QUE NOS TRANSMITEM CONHECIMENTO, NOS FAZEM SONHAR E POR VEZES VOAR NUM INFINITO MÁGICO.”

Encontrei a BIBLIOTECA e perguntei:

- QUEM ÉS TU BIBLIOTECA??

- Eu sou a guardiã do passado, do presente e do futuro …

Tenho no meu seio, as Memórias dos Homens, o seu imaginário criador da esgrima da palavra, em prosa e poesia.

Guardo dicionários de todas as línguas, enciclopédias e livros temáticos das ciências e artes.

Sou um elo da transmissão do SABER e da CULTURA, alimento regenerador e formador de gerações. O meu conteúdo é o “adubo” que fortalece o HOMEM face aos “ditadores de vão de escada” e de todos aqueles que fomentam a ignorância , tendo em vista a dominação e usurpação da LIBERDADE dos povos.

A CULTURA E O SABER SÃO SINÓNIMO DE LIBERDADE.

- Sabes, disse-me a BIBLIOTECA, agora tenho a minha irmã digital que chega a todos os cantos do MUNDO e me tem ajudado neste “trabalho” incessante, de séculos, que vai resistindo aos que aqui e ali, em diferentes épocas mandaram destruir algumas “células” do meu corpo.

Mas nós resistiremos e em cada canto do PLANETA AZUL HÁ E HAVERÁ SEMPRE UMA BIBLIOTECA QUE ESPERA POR TI !!!

ARFER

terça-feira, 22 de junho de 2010

UM ABRAÇO SOLIDÁRIO AOS "LEVANTADOS DO CHÃO"


"Conheces o nome que deram, não conheces o nome que tens".  "Livro das Evidências" in "Todos os Nomes"

                                                                                                                                                                                    


Há na memória um rio onde navegam
Os barcos da infância, em arcadas
De ramos inquietos que despregam
Sobre as águas as folhas recurvadas.

Há um bater de remos compassado
No silêncio da lisa madrugada, 
Ondas brancas se afastam para o lado
Com o rumor da seda amarrotada.

Há um nascer do sol no sítio exacto,
À hora que mais conta duma vida,
Um acordar dos olhos e do tacto,
Um ansiar de sede inextinguida.

Há um retrato de água e de quebranto
Que do fundo rompeu desta memória,
E tudo quanto é rio abre no canto
Que conta do retrato a velha história.

JOSÉ SARAMAGO
"De "POEMAS POSSÍVEIS", Editorial CAMINHO, 1981.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

JOSÉ SARAMAGO, O HOMEM, O ESCRITOR....



MORREU JOSÉ SARAMAGO
Mas ficará sempre entre nós
O comunista convicto, HOMEM do POVO
Que desde sempre lutou
Para ver o seu Portugal, um país novo.
Gostava de CAMÕES e dos poetas da Liberdade,
Amado por muitos, ostracizado por alguns
Nunca baixou a guarda na defesa da Verdade.

Aqueles que desdenharam o seu valor, apresentam, hoje, sentidos pêsames vazios de sentimento.
O HOMEM DA “Jangada de Pedra” que uniu os povos das margens do grande Oceano, respirou hoje pela última vez e, decerto, a sua última vontade foi a de seguirmos o seu ideal.
O MUNDO FICOU MAIS POBRE.
Em vez de ADEUS, um ATÉ JÁ !!!

ARFER

segunda-feira, 14 de junho de 2010

PARA TI O QUE É A CULTURA ?




PARA TI O QUE É A CULTURA ?Perguntei aos meus amigos
As respostas foram vagas
E cada uma diferente.
Afinal cultura é tudo.
Ela faz parte da gente.

De uns versos de António Aleixo (poeta popular)
“ …. Sou simplesmente um produto
Do meio em que fui criado …”
Então penso que:

Se os “produtos” são diferentes,
As culturas também são
Pela soma das diferenças
Se processa a evolução.

E é da troca de saberes
Do ler, ouvir e contar
Que o homem fica mais culto
E propenso para criar.

crenças, conceitos e hábitos
simbologia e tradição
São dinâmicos e não estáticos.

ARFERPara incentivo à vossa opinião, transcrevo, um pequeno extracto de um texto meu, quanto ao conceito de cultura:

“Todos os povos ou grupos étnicos representam culturas próprias identificadoras da sua existência, sendo a língua o elo fundamental dessa unidade cultural.
Não há Cultura o civilização superior, há sim diversidade cultural, sendo imperativos iguais direitos para culturas diferentes.
A identidade cultural de um povo é reflexo da sua relação com o Mundo, a Natureza, o seu passado, a sua relação com outros povos e outras culturas e do acumular conhecimento, ao longo da sua história. Não ignorando as suas raízes, a interculturalidade no seu relacionamento com outras realidades culturais, promotoras do desenvolvimento e criadoras da sua riqueza patrimonial.
As Crenças, os Saberes, os hábitos e estilos, as Artes, os conceitos de natureza, sociedade e humanidade e até artes e ofícios, são definidores do conceito de Cultura, como modo de vida.
… O direito à diferença e a materialização, individual ou colectiva, de expressões culturais é elemento fundamental de promoção de uma Cultura de PAZ, daí que reconhecer e valorizar as diferenças culturais é abrir caminho para a coexistência harmoniosa da Humanidade.
Cultura é tradição mas também evolução, evolução que tende a eliminar as más práticas tradicionais. Não há Culturas superiores ou inferiores, são simplesmente diferentes que, com o tempo se vão adoptando, permutando e reajustando às novas realidades.
A LIBERDADE é sinónimo de criatividade cultural e potenciadora da divulgação do SABER e do conhecimento, o que torna um POVO mais atento à defesa do seu património cultural, material ou imaterial.
Tal como as relações humanas, pela sua complexidade, definir Cultura, sendo um tema aparentemente fácil, torna-se difícil, porque Ela é vida, são sentimentos, modo de estar do HOMEM como criador e produtor cultural.

ARFER