quarta-feira, 22 de março de 2017
segunda-feira, 20 de março de 2017
MARÇO - PRIMAVERA - MÊS DE TANTA COISA!
https://youtu.be/k8vb4gn-Eho
ALGUMAS INTERROGAÇÕES:
- Serão as desigualdades fruto da injustiça ou é a
injustiça fruto das desigualdades?
- Será que a liberdade é possível havendo fome? Para onde caminha o planeta azul que até podia ser vermelho se o planeta Marte não tivesse já esse cognome?
O que pensamos nós, se sabemos que:
Muito poucos poluem o que muitos limpam. Uns, poucos, sacodem as migalhas da mesa farta e com esses restos muitos outros enganam a fome. Uns, poucos, arrasam florestas e muitos outros fazem campanhas para as plantar. Muito poucos são donos de terras por cultivar e muitos camponeses morrem por as querer trabalhar. Porque dia VINTE E DOIS é o dia Mundial da ÁGUA lembro que :- Muito poucos poluem a atmosfera, os rios, as ribeiras, os lençóis aquíferos e ainda outros enchem piscinas diariamente, enquanto milhões de seres vivem (ou sobrevivem) com dois litros de água por dia.
A POESIA
Poesia brota do nada e traz tudo
Não se constrói, nem se arquitecta.
Para a criar, não é preciso ter “canudo”
É do sentir de cada um, não se projecta.
É como semente que se torna raiz.
Tronco ou folhagem
E o fruto é cada verso, com ou sem rima.
É o sentir que a palavra tem e o que nos diz.
É a teia que o poeta tece e que assina.
Uns poemas trazem mensagem, outros não.
Outros falam de lutas, vidas e amor.
Outros, ainda, de mitos, dor ou ilusão
De sonhos, liberdade, campos em flor.
Dos cravos, das rosas, das papoilas
De tanta coisa falam, mas também
Das formas belas e suaves das moçoilas
Que nos “levam” nos sonhos para o além.
Ainda que alguns, sejam plenos de fantasias,
Trazem-nos a esperança nas palavras e
Doses imensas de alegrias
ARFER_________________________________________
Neste dia, em todo o Mundo haverá tertúlias, récitas e encontros, falar-se-á de poesia, dos grandes poetas, relegando a poesia popular para segundo plano.
No espaço da lusofonia há e sempre houve grandes poetas, com obras de rara dimensão, como: os portugueses - Luiz Vaz de Camões, Cesário Verde, Fernando Pessoa - Os brasileiros Drumond de Andrade, Vinicius de Moraes e Castro Alves, de Moçambique José Craveirinha, de Angola Agostinho Neto e de Cabo Verde (Terra de tantos poetas) Amílcar Cabral e Eugénio Tavares. Estes são alguns de grandes poetas de língua portuguesa. Mas hoje quero lembrar o poeta brasileiro CARLOS DRUMOND DE ANDRADE e ANTÓNIO ALEIXO, cauteleiro e pastor de rebanhos, cantor popular de feira em feira, pelas redondezas de Loulé ( Algarve - Portugal )que é um caso singular, bem digno de atenção de quantos se interessam pela poesia. Para reflexão faço uma postagem de algumas quadras da obra “ESTE LIVRO QUE VOS DEIXO”, em parte improvisações registadas, carregadas de sensibilidade, experiência de vida e análise profunda.
ARFER
HOJE, DIA 20, de acordo com o
Observatório Astronómico de Lisboa, o Equinócio da primavera começa hoje às
10:29– Dia da Agricultura/ 21 –Dia Mundial da
POESIA - Dia Mundial da Floresta (dia da Árvore); / 22 – Dia
Mundial da Água / 24 – Dia do Estudante - Dia Mundial da Tuberculose / 26
– Dia do Livro português; 27 – Dia Mundial do Teatro / 28 – Dia Mundial da
Juventude;
___________________________________________
Dias plenos de crer e
intensidade
Onde tudo se relaciona, e na verdade
Se todos entendessem o seu significado,
Bem seria para toda a humanidade
Onde tudo se relaciona, e na verdade
Se todos entendessem o seu significado,
Bem seria para toda a humanidade
_________________________________
- Será que a liberdade é possível havendo fome? Para onde caminha o planeta azul que até podia ser vermelho se o planeta Marte não tivesse já esse cognome?
O que pensamos nós, se sabemos que:
Muito poucos poluem o que muitos limpam. Uns, poucos, sacodem as migalhas da mesa farta e com esses restos muitos outros enganam a fome. Uns, poucos, arrasam florestas e muitos outros fazem campanhas para as plantar. Muito poucos são donos de terras por cultivar e muitos camponeses morrem por as querer trabalhar. Porque dia VINTE E DOIS é o dia Mundial da ÁGUA lembro que :- Muito poucos poluem a atmosfera, os rios, as ribeiras, os lençóis aquíferos e ainda outros enchem piscinas diariamente, enquanto milhões de seres vivem (ou sobrevivem) com dois litros de água por dia.
22 DE MARÇO - Data em que a ONU determinou que fosse o dia MUNDIAL DA ÀGUA , o bem mais precioso, sem ele não haveria dias da poesia, do teatro, da árvore, nem carnavais ou Natais, simplesmente não haveria VIDA, tal como a conhecemos, ficam as imagens da poluição e da seca, para que todos não esqueçam que o BEM MAIS VALIOSO DE TODOS OS BENS É A ÁGUA.
21 DE MARÇO – DIA MUNDIAL DA POESIA
21 DE MARÇO – DIA MUNDIAL DA POESIA
HOJE JÁ É PRIMAVERA (no hemisfério norte do planeta Terra), VIRÁ o renascer dos campos
floridos e, já agora, que seja também o reavivar das memórias e nos traga um
sentimento de esperança de um Mundo mais fraterno. É, também, o DIA MUNDIAL DA
FLORESTA, que tem como objetivo lembrar e sensibilizar os cidadãos de todo o
Mundo para a importância que a sua preservação tem para a manutenção da VIDA no
planeta Terra, palco da humanidade. Palco onde cada um de nós é um ator, numa
peça continuada, desempenhando papéis diferenciados das obras de muitos
autores. DIA VINTE E SETE É DIA MUNDIAL DO TEATRO, um dia de todos nós, que
participamos em dramas, tragédias e comédias no dia a dia das nossas vidas. Bem
haja para os que com o saber e a arte de dizer nos trazem o sabor da palavra e
a riqueza do conhecimento.
VINTE E UM é, também, o DIA INTERNACIONAL CONTRA A DESCRIMINAÇÃO RACIAL, instituído pela ONU, que marca a data trágica de um massacre havido na África do Sul em 21 de Março de 1960. Não gosto de abordar o tema quanto ao facto, à data ou à cor da pele, porque qualquer dia, dos 365 ou 366 do ano, podia exigir este avivar da memória. Ao longo da história da humanidade povos de todas as raças e credos foram sujeitos à escravatura, à descriminação social e racial, por isso desejo que todos os dias sejam dias de todas as causas e evocações.
E porque dia 21 é, também, DIA MUNDIAL DA POESIA, deixo-vos esta pequena quadra, sem rima. – quatro versos apenas, para um mês inteiro.
Ao chegar a Primavera , cuidámos da Floresta.
É dia da Poesia e do Teatro, por isso, dia festivo.
Da igualdade entre os povos de cor e credos diferentes.
Pois da vontade do outro, nenhum de nós é cativo.
VINTE E UM é, também, o DIA INTERNACIONAL CONTRA A DESCRIMINAÇÃO RACIAL, instituído pela ONU, que marca a data trágica de um massacre havido na África do Sul em 21 de Março de 1960. Não gosto de abordar o tema quanto ao facto, à data ou à cor da pele, porque qualquer dia, dos 365 ou 366 do ano, podia exigir este avivar da memória. Ao longo da história da humanidade povos de todas as raças e credos foram sujeitos à escravatura, à descriminação social e racial, por isso desejo que todos os dias sejam dias de todas as causas e evocações.
E porque dia 21 é, também, DIA MUNDIAL DA POESIA, deixo-vos esta pequena quadra, sem rima. – quatro versos apenas, para um mês inteiro.
Ao chegar a Primavera , cuidámos da Floresta.
É dia da Poesia e do Teatro, por isso, dia festivo.
Da igualdade entre os povos de cor e credos diferentes.
Pois da vontade do outro, nenhum de nós é cativo.
E AINDA O QUE PENSO DA DITA!
A POESIA
Poesia brota do nada e traz tudo
Não se constrói, nem se arquitecta.
Para a criar, não é preciso ter “canudo”
É do sentir de cada um, não se projecta.
É como semente que se torna raiz.
Tronco ou folhagem
E o fruto é cada verso, com ou sem rima.
É o sentir que a palavra tem e o que nos diz.
É a teia que o poeta tece e que assina.
Uns poemas trazem mensagem, outros não.
Outros falam de lutas, vidas e amor.
Outros, ainda, de mitos, dor ou ilusão
De sonhos, liberdade, campos em flor.
Dos cravos, das rosas, das papoilas
De tanta coisa falam, mas também
Das formas belas e suaves das moçoilas
Que nos “levam” nos sonhos para o além.
Ainda que alguns, sejam plenos de fantasias,
Trazem-nos a esperança nas palavras e
Doses imensas de alegrias
ARFER_________________________________________
Neste dia, em todo o Mundo haverá tertúlias, récitas e encontros, falar-se-á de poesia, dos grandes poetas, relegando a poesia popular para segundo plano.
No espaço da lusofonia há e sempre houve grandes poetas, com obras de rara dimensão, como: os portugueses - Luiz Vaz de Camões, Cesário Verde, Fernando Pessoa - Os brasileiros Drumond de Andrade, Vinicius de Moraes e Castro Alves, de Moçambique José Craveirinha, de Angola Agostinho Neto e de Cabo Verde (Terra de tantos poetas) Amílcar Cabral e Eugénio Tavares. Estes são alguns de grandes poetas de língua portuguesa. Mas hoje quero lembrar o poeta brasileiro CARLOS DRUMOND DE ANDRADE e ANTÓNIO ALEIXO, cauteleiro e pastor de rebanhos, cantor popular de feira em feira, pelas redondezas de Loulé ( Algarve - Portugal )que é um caso singular, bem digno de atenção de quantos se interessam pela poesia. Para reflexão faço uma postagem de algumas quadras da obra “ESTE LIVRO QUE VOS DEIXO”, em parte improvisações registadas, carregadas de sensibilidade, experiência de vida e análise profunda.
ARFER
QUADRAS SOLTAS
Que importa perder a vida/Em luta contra a traição,/Se a Razão mesmo vencida,/Não deixa de ser Razão.
Embora os meus olhos sejam,/Os mais pequenos do Mundo/O que importa é que eles vejam/O que os homens são no fundo.
Não sou esperto nem bruto/ Nem bem nem mal educado; /Sou simplesmente o produto /Do meio em que fui criado. ANTÓNIO ALEIXO
Que importa perder a vida/Em luta contra a traição,/Se a Razão mesmo vencida,/Não deixa de ser Razão.
Embora os meus olhos sejam,/Os mais pequenos do Mundo/O que importa é que eles vejam/O que os homens são no fundo.
Não sou esperto nem bruto/ Nem bem nem mal educado; /Sou simplesmente o produto /Do meio em que fui criado. ANTÓNIO ALEIXO
domingo, 12 de março de 2017
MAGGIE POD: Episódio 6. O Casting.
FOI-SE O QUINTO, VEIO O SEXTO E OUTROS, NÃO SEI QUANTOS, VIRÃO.
A SAGA DA MAGGIE, PODE e já é uma caminhada imparável rumo ao êxito. PARABÉNS MAGGIE !!! JÁTÁ! Mas antes lembro-vos e lembrar-vos-ei : NÃO PERCAM O PRÓXIMO EPISÓDIO.
segunda-feira, 6 de março de 2017
MULHER - MÃE - DIA INTERNACIONAL
“À
MULHER”
Decidi, no dia da MULHER, lembrar BLIMUNDA. JOSÉ SARAMAGO trata as personagens femininas de forma especial, numa crítica criativa aos seus diferentes comportamentos. BLIMUNDA, a MULHER nascida do seu imaginário, em “Memorial do Convento”, estaria (hoje) com toda a certeza a comemorar o:
“8 de Março Dia Internacional da Mulher”
O PORQUÊ! FACTOS DA HISTÓRIA:
No dia 8 de Março do ano de 1857, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve, ocupando a fábrica, para reivindicarem a redução de um horário de mais de 16 horas para as 10 horas diárias. Estas operárias que recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde, entretanto, se declarara um incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas. Em 1910, numa conferência internacional de mulheres realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem àquelas mulheres, comemorar o 8 de Março como "Dia Internacional da Mulher". Em 1977, as Nações Unidas proclamam o dia 8 de Março como o:- Dia Internacional dos Direitos da Mulher e da Paz.
Cronologia histórica – AS COMEMORAÇÕES:
•
1910 : É em Copenhaga, aquando da conferência internacional das mulheres
socialistas, que a ideia “de um Dia Internacional das Mulheres” é decidida, sobreuma
proposta de Clara Zetkin, representante do Partido socialista da Alemanha
1913
: Mulheres russas organizam ajuntamentos clandestinos.
1914 : As mulheres reclamam o direito de voto na Alemanha.
1915 : Oslo das mulheres defendem os seus direitos e reclamam a paz. 1917 : Em São Petersburgo centenas de operárias manifestam-se para reclamar pão e o regresso da sua Mari partidos ao frente.
1924 : O dia é celebrado na China.
1945: Ao Canadá, primeiro Dia internacional da mulher. 1946 : O dia é celebrado nos países do Leste.
1977 : As Nações Unidas oficializam o Dia Internacional das Mulheres.
LEMBRANDO O “MEMORIAL”:
BLIMUNDA e a sua capacidade extraordinária de “VÊR” o “mundo” que a rodeia, numa sociedade em que a riqueza faustosa de poucos, contrastava com a miséria de muitos.
A rainha Maria Ana, uma mulher triste, insatisfeita, vivendo uma espécie de casamento intermitente, alimentando o ego de fantasias sonhadas com o seu cunhado, redimindo-se dessas fraquezas através da oração, no papel de mulher submissa ao homem seu dono e aos padrões religiosos repressivos que lhe eram impostos.
A BLIMUNDA, não, é forte, inteligente, sensual, verdadeira e sem subterfúgios, genes herdados de sua MÃE Sebastiana que, por ser uma mulher de alma forte e impoluta, foi banida para Angola.
BLIMUNDA vive liberta, não aceita regras que a escravizem enquanto SER (mulher). Pobre no TER e rica no SER, a ela e dado o direito ao AMOR, à LIBERDADE, à plenitude dos seus direitos. Vê o homem como um igual.
BLIMUNDA tem os poderes que todas as mulheres deveriam ter, os de exigir das sociedades de que fazem parte, o direito à igualdade de género.
BLIMUNDA está à frente no seu tempo e ensina-nos a ver o mundo sem máscaras nem hipocrisias e que é preciso sensibilidade e conhecimento para saber ver (os olhos não chegam para tudo ver).
Deixaria a todas as mulheres este recado: - “ É preciso vencer a cegueira vivendo intensamente. Não se submetam passivamente aos comportamentos sociais que vos são impostos. Exijam o lugar de direito que têm no MUNDO, na igualdade de género, nos direitos e deveres.
ARFER
1914 : As mulheres reclamam o direito de voto na Alemanha.
1915 : Oslo das mulheres defendem os seus direitos e reclamam a paz. 1917 : Em São Petersburgo centenas de operárias manifestam-se para reclamar pão e o regresso da sua Mari partidos ao frente.
1924 : O dia é celebrado na China.
1945: Ao Canadá, primeiro Dia internacional da mulher. 1946 : O dia é celebrado nos países do Leste.
1977 : As Nações Unidas oficializam o Dia Internacional das Mulheres.
LEMBRANDO O “MEMORIAL”:
BLIMUNDA e a sua capacidade extraordinária de “VÊR” o “mundo” que a rodeia, numa sociedade em que a riqueza faustosa de poucos, contrastava com a miséria de muitos.
A rainha Maria Ana, uma mulher triste, insatisfeita, vivendo uma espécie de casamento intermitente, alimentando o ego de fantasias sonhadas com o seu cunhado, redimindo-se dessas fraquezas através da oração, no papel de mulher submissa ao homem seu dono e aos padrões religiosos repressivos que lhe eram impostos.
A BLIMUNDA, não, é forte, inteligente, sensual, verdadeira e sem subterfúgios, genes herdados de sua MÃE Sebastiana que, por ser uma mulher de alma forte e impoluta, foi banida para Angola.
BLIMUNDA vive liberta, não aceita regras que a escravizem enquanto SER (mulher). Pobre no TER e rica no SER, a ela e dado o direito ao AMOR, à LIBERDADE, à plenitude dos seus direitos. Vê o homem como um igual.
BLIMUNDA tem os poderes que todas as mulheres deveriam ter, os de exigir das sociedades de que fazem parte, o direito à igualdade de género.
BLIMUNDA está à frente no seu tempo e ensina-nos a ver o mundo sem máscaras nem hipocrisias e que é preciso sensibilidade e conhecimento para saber ver (os olhos não chegam para tudo ver).
Deixaria a todas as mulheres este recado: - “ É preciso vencer a cegueira vivendo intensamente. Não se submetam passivamente aos comportamentos sociais que vos são impostos. Exijam o lugar de direito que têm no MUNDO, na igualdade de género, nos direitos e deveres.
ARFER
quarta-feira, 1 de março de 2017
MAGGIE POD: Episódio 5. Efemérides.
EIS O 5º EPISÓDIO – E, JÁ LÁ VÃO
QUATRO.
É PECAMINOSO PERDERA SAGA DA
MEGGIE, UMA ACTRIZ A CAMINHO
DO FUTURO.
MARGARIDA, nome de FLOR que embeleza qualquer jardim.
MARGARIDA ACTRIZ, que embeleza o PALCO e com ARTE dá o sabor
perfumado da PALAVRA. É TEATRO!
NÃO PERCAM UNZINHO SEQUER. JÁTÁ!
ARFER
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017
EM TEMPO DE GERIGONÇA, NADA DE AMIGOS DA ONÇA - APROVEITEM ESTES DIAS DE FOLIAS, PARA ALEGRAR OS VOSSOS DIAS.
CARNAVALINHO
Nestes
dias de festança,
Eu
desejo a toda a gente
Que
no brincar tenham esperança
De
que o amanhã é diferente.
A festa é sonho e alegria
E
com papel e caneta
Os
versos são fantasia.
E
mentem nos Parlamentos
Em tempo de Carnaval
Acabaram-se
os tormentos
No
Barreiro haverá festa
Muitas
cores e magia
Que
todos se manifestem
Com
redobrada alegria.
Há
os sempre mascarados
Que
no meio da confusão
Pensam
andar disfarçados.
4ª
feira acaba a FESTA
Enterra-se
o “Bacalhau”.
Quando
se abrir o caixão,
Não
se assustem com o PAU.
Alegria
num fartote
Brinquem
todos, aproveitem
Porque
vou dar o pinote.
ARFER
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017
PATRIMÓNIO NACIONAL EM RISCO
EU SOU A TAL, A ÚNICA NA EUROPA TODA, MAS NASCI E VIVO NO BARREIRO.
A minha irmã mais nova vive em LISBOA, filha de outro pai, arquiteto de renome, e estão a cuidar dela. Eu só porque vivo no BARREIRO, vão-me deixando "morrer" pouco a pouco, dilacerando a minha alma e deixam apodrecer o meu corpo. Façam ou nada façam para me dar uma nova vida, a minha imagem ficará gravada nas vossas mentes. Foi por nascer neste PAÍS que assim me tratam?
QUE DIABO, SOMOS "FILHAS" DO MESMO DONO, NERECEMOS O MESMO TRATO!
ARFER
terça-feira, 14 de fevereiro de 2017
DIA DOS NAMORADOS
DIA
DOS NAMORADOS
NAMORADOS . A TERAPIA
DO BEIJO É FUNDAMENTAL - PRATICAI!
No
Dia dos Namorados, há oferta de flores, troca de cartões e presentes com o
símbolo de um coração, bem como
as tradicionais caixinhas de bombons, de marca ou não. As "meninas"
da UTIB expõem lenços de amor e afectos e já agora, porque é natural,
acontece a permuta de "kisses" prolongados ou não, de que falo em verso e (
simbolicamente ) na imagem que desenhei, alusiva ao tema. Nos países de expressão portuguesa e noutros países do mundo , comemora-se
(hoje) e no dia 14 de fevereiro de todos
os anos. Excepto no Brasil em que a data
é comemorada no dia 12 de junho , véspera do dia de SANTO ANTÓNIO "o casamenteiro"
(feriado em LISBOA.
O BEIJO
O BEIJO no bom sentido
È um beijo com valor.
Pode ser um beijo amigo,
Como pode ser de Amor.
Mas beijar só por beijar,
É tornar banal o beijo.
Mas o beijar com vontade,
Intensifica o desejo.
Dizem que beijo de Judas
É o beijo da traição.
Com um beijo não te iludas,
Pode ser pura ilusão.
Para quem recebe ilusão,
Porque pode
imaginar
Que outros
tantos virão
Da boca que o
quis dar.
Desse momento
vivido
De apenas um
fugaz beijo,
Talvez vazio,
sem sentido
Continua a ser
desejo.
Só com duas
consoantes
E as três
vogais que tem,
Seja longo ou
por instantes.
Um beijo sempre
faz bem.
Se é dado por
breve instante
Pode ser por
amizade.
Então parta já para outro
E sinta-se em
liberdade.
Se é longo o
trato muda
E então se for
prolongado
Meu amigo não
se iluda
Porque já foi
apanhado.
ARFER
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
MAGGIE POD: 4º Episódio - PRONTO A VESTIR .
EIS O 4º EPISÓDIO - E VÃO QUATRO.
É PECAMINOSO PERDER A SAGA DA
MEGGIE, UMA ACTRIZ A CAMINHO
DO FUTURO.
domingo, 29 de janeiro de 2017
MAGGIE POD: Episódio 3. Pressão Social
MARGARIDA, nome de FLOR que embeleza qualquer jardim. MARGARIDA ACTRIZ, que embeleza o PALCO e com ARTE dá o sabor perfumado da PALAVRA. É TEATRO!
sábado, 21 de janeiro de 2017
MAGGIE POD: Episódio 1. A VT
DESCULPAI, POR LAPSO NÃO PUBLIQUEI O 1º EPISÓDIO, AGORA JÁTÁ!
NÃO PERCAM A SAGA DA MAGGIE QUE, REGULARMENTE, AQUI SERÁ PUBLICADO.
ARFER
quinta-feira, 19 de janeiro de 2017
MAGGIE POD: Episódio 2. PRINCESAS
E MAGGIE PODE MESMO ...NÃO PERCAM!
Eu estou gostando e
por isso... porque sou vosso amigo, vos aconselho, subscrevam (no YOUTUBE) e
acompanhem, episódio a episódio, esta ACTRIZ que vai ser e poder muito mais que
a MAGGIE POD, JÁTÁ!
MAGGIE POD: Episódio 2. PRINCESAS
As mulheres querem ser tratadas como
Princesas? Maggie Pod faz o "Prós e Contras" que se impõe. Maggie
Pod: Margarida Bento Genérico: Hélio Arcanjo…
sábado, 31 de dezembro de 2016
2017 e seguintes. SEJAM OS MELHORES ANOS DAS VOSSAS VIDAS
NUM ABRAÇO FRATERNO com MUITA AMIZADE, DESEJO
A TODOS UM FUTURO COM SAÚDE, FELICIDADE E ESPERANÇA. ATÉ PARA O ANO !!!
E VÃO UMAS PALAVRITAS
E CINCO são os sentidos,
Diz-nos a voz da RAZÂO.
Haja SAÚDE para todos,
Ser FELIZ e ter esperançaQue, também, o novo ano
Vos traga AMOR e abastança.
Para ti, querido(a) AMIGO (a)
Neste ano que cai de VELHO
Num FORTE ABRAÇO sentido
Te mando CRAVO vermelho
Neste canto de fim de anoPenso eu,MAIS AGRADADO
Que a GERIGONÇA PARIU
UM PORTUGAL ESPERANÇADO.
ARFER
terça-feira, 20 de dezembro de 2016
NATAL é FAMÍLIA, PAZ e AMIZADE!
QUE HAJA PAZ, SOLIDARIEDADE E FRATERNIDADE NESTE PLANETA AZUL
NATAL
Nada melhor do que ter
Amor, “Pão” e Amizade.
Também, é bom não esquecer
Aqueles que neste Mundo
Lutam pela Liberdade.
E o que é Liberdade?
Julgamos todos saber
Então, pronto, é só dizer:
É viver em igualdade
No direito e no dever.
Sendo assim, que este Natal
Nos sirva de reflexão
Sobre a tristeza que assola
As muitas casas sem pão
E os meninos sem escola.
Ses:
Se acham bem o que aqui digo
Se certos e do meu lado
Levem a quem não consigo
O que vai neste “recado”.
Se ao nascer há igualdade,
Se na morte é tal e qual,
Porque é que durante a vida
Não há “espírito” de NATAL.
ARFER
Amor, “Pão” e Amizade.
Também, é bom não esquecer
Aqueles que neste Mundo
Lutam pela Liberdade.
E o que é Liberdade?
Julgamos todos saber
Então, pronto, é só dizer:
É viver em igualdade
No direito e no dever.
Sendo assim, que este Natal
Nos sirva de reflexão
Sobre a tristeza que assola
As muitas casas sem pão
E os meninos sem escola.
Ses:
Se acham bem o que aqui digo
Se certos e do meu lado
Levem a quem não consigo
O que vai neste “recado”.
Se ao nascer há igualdade,
Se na morte é tal e qual,
Porque é que durante a vida
Não há “espírito” de NATAL.
ARFER
sexta-feira, 9 de dezembro de 2016
CULTURA - O PODER E A CULTURA
Os Poderes e a Cultura e o Poder da CulturaOs poderes, políticos, religiosos ou outros, podem, de forma intencional e em função dos interesses que os movem influenciar e evolução, fruição ou divulgação da Cultura, mas em caso algum a podem, globalmente, controlar.
Os problemas na área da política cultural são múltiplos, complexos e diversificados, mas provavelmente de simples resolução para um governo para quem o património cultural (material e imaterial) nem sequer exige ministro, cabendo ao gabinete de um secretário a má distribuição das “migalhas” orçamentadas para a CULTURA que apesar de “miseráveis” em 2012, consta que no Orçamento Geral do Estado português para 2013 serão reduzidas para metade. Pretenderão o regresso ao obscurantismo do passado? Talvez não, depende da dita e da resistência da contradita.A Cultura e o Poder, sendo dois pilares da organização das sociedades, que emergem do tecido social e, consequentemente, a orientação das politicas são, de grosso modo, o reflexo do poder instituído.
A Cultura é um modo de vida, é a expressão do sentir, do pensar e do agir de um povo, tal qual a política. O fazer e o agir intencionalmente ou não, são atos políticos ou culturais, são uma constante da vida.
Sendo que as politicas Culturais do Poder central devam ser, na sua essência, um garante de regulação da pluralidade, da cidadania ativa e da liberdade criativa, assente basicamente no princípio da democratização da cultura, conforme O INSTITUIDO CONSTITUCIONALMENTE que o governo de Portugal não cumpre e com base num falso pretexto (a crise financeira por outros criada), relega a CULTURA para o fim da tabela das prioridades.
A LIBERDADE é sinónimo de criatividade cultural e potenciadora da divulgação do SABER e do conhecimento, o que torna um POVO mais atento à defesa do seu património cultural, material ou imaterial.
Tal como as relações humanas, pela sua complexidade, definir Cultura, sendo um tema aparentemente fácil, torna-se difícil, porque Ela é vida, são sentimentos, modo de estar do HOMEM como criador e produtor cultural.
Os Poderes autárquicos diferem quanto à forma e os objetivos no desenvolvimento das suas políticas culturais e moldes de gestão que lhes são inerentes no que concerne ao interesse concelhio e, também, quanto ao património material e imaterial que lhes são afetos, ainda que dentro dos parâmetros ditados pela Lei geral e do direito constitucional.
Desde 1974, a sociedade portuguesa, sofreu profundas alterações, relativamente ao Monolitismo partidário de quarenta e oito anos, de ditadura. O polipartidarismo veio assegurar a representatividade da globalidade dos sectores de opinião. A Liberdade de expressão e o fim da censura permitiram a livre circulação dos bens culturais, tais como livros, filmes, ideias, teatro livre de censura e uma representatividade alargada, exponencialmente, ao usufruto dos bens culturais.
Nos primeiros anos de livre poder autárquico, ainda que sem uma linha programática pré-definida, a força e a criatividade que a liberdade produz, deu origem a múltiplas iniciativas de âmbito cultural.
As autarquias em parceria com o movimento associativo e a comunidade escolar, têm desenvolvido, após o 25 de Abril, projetos de cariz cultural multifacetado e interculturais, face ao facto de Portugal que, ao longo de décadas, foi um pais de emigrantes, se tornar com fim da ditadura e da guerra colonial, depois de “ orgulhosamente sós”, num espaço geográfico que recebeu centenas de milhar de regressados das ex-colónias e de exilados emigrantes (fugidos à guerra e a ditadura).
Nos anos oitenta deu-se uma inversão, de emigrantes, passámos a ser um país acolhedor e atrativo para centenas de milhar de imigrantes dos quatro cantos do mundo, da Ásia, Africa, América do Sul e Europeus (principalmente do Leste da Europa), com raízes culturais, comportamentos sociais e religiosos, bem diferenciados.
Como se depreende, um facto histórico pode ser causa, em determinado momento, de rutura com algumas tradições e ser “explosão” de criatividade artística e de produção cultural. Como exemplo disso são a Revolução Francesa (século XVIII), a Revolução Industrial (séc. XIX) e a revolução Russa de 1917 (séc. XX), que deram origem, a seu tempo, de uma evolução artística e de divulgação cultural, sem precedentes, influenciadores de politicas sócio - culturais, de tal modo, que muitos Estados se viram na necessidade de legislar no sentido de proteger, apoiar e adequar, nalguns casos, a produção de arte e divulgação cultural em função dos seus objetivos políticos.
Os novos conhecimentos, novas tecnologias, produtos da revolução foram fatores determinantes de uma evolução sócio económica. A rádio, a fotografia, o cinema, a televisão e mais recentemente a comunicação da era digital, são hoje elementos fundamentais ao serviço da democratização da cultura, na sua divulgação e fruição, se utilizados com justa imparcialidade.
Se os Nacionalismos exacerbados e os Poderes ditatoriais e monolíticos foram e são entrave ao desenvolvimento da produção cultural, nos tempos de hoje, só uma “cultura contextualizada” pode restituir o homem a si mesmo. Assim a Cultura será julgada pela sua capacidade de realizar o homem no mundo e com os outros, pois ela não é senão aquilo que, é criado pelo Homem. A cultura é a via para a globalização de Humanidades, promotora de uma “nova” ética de compressão, tolerância e fraternidade entre os homens. Não há culturas maiores ou menores, superiores ou inferiores, mas apenas diferentes, sejam populares ou ditas eruditas que, de facto, tiveram origem popular, tais com o Canto, a Musica, o Teatro, tudo tem origem nas bases, sendo o principal fator na formação da riqueza do SER e a fundamentação das raízes do PERTENCER.
Por isso, face ao que nos é dado a entender, é da responsabilidade de todos os cidadãos amantes da sua CULTURA, marca identitária que define o seu sentimento de PERTENÇA, uma tomada de posição contra todos os tipos de austeridade que ameaçam os seus direitos e os que visem, subtil e disfarçadamente, a mercantilização e consequente elitização da CULTURA.
Pelos princípios que estão consignados no “MANIFESTO EM DEFESA DA CULTURA” lanço um apelo a todos os cidadãos, trabalhadores da cultura e das artes, a todas as estruturas de criação e produção culturais que partilham e lutam por estes objetivos, que se unam nesta luta que é todos e por todos.
O SABER E A CULTURA SÃO SINÓNIMO DE LIBERDADE E O ANTÍDOTO MAIS EFICAZ CONTRA OS APRENDIZES DA DITA.
ARFER
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