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terça-feira, 20 de março de 2018

PRIMAVERA, MARÇO, E TUDO O QUE NOS TRAZ.



DIAS de MARÇO

 8 –Dia Internacional da Mulher/15 – Dia Mundial dos Direitos do Consumidor;19–Dia do Pai / 20 – Dia da Agricultura/ 21 – Dia Mundial da Floresta (dia da Árvore); / 22 – Dia Mundial da Água / 24 – Dia do Estudante Dia Mundial da Tuberculose / 26 – Dia do Livro português; 27 – Dia Mundial do Teatro / 28 – Dia Mundial da Juventude;             

***************************************************************************** Dias plenos de crer e intensidade
Onde tudo se relaciona, e na verdade
Se todos entendessem o seu significado,
Bem seria para toda a humanidade.
************************************************************ALGUMAS INTERROGAÇÕES:

- Serão as desigualdades fruto da injustiça ou é a injustiça fruto das desigualdades?

- Será que a liberdade é possível havendo fome? Para onde caminha o planeta azul que até podia ser vermelho se o planeta Marte não tivesse já esse cognome?

O que pensamos nós, se sabemos que:
Muito poucos poluem o que muitos limpam. Uns, poucos, sacodem as migalhas da mesa farta e com esses restos muitos outros enganam a fome. Uns, poucos, arrasam florestas e muitos outros fazem campanhas para as plantar. Muito poucos são donos de terras por cultivar e muitos camponeses morrem por as querer trabalhar. Porque dia VINTE E DOIS é o dia Mundial da ÁGUA lembro que:- Muito poucos poluem a atmosfera, os rios, as ribeiras, os lençóis aquíferos e ainda outros enchem piscinas diariamente, enquanto milhões de seres vivem (ou sobrevivem) com dois litros de água por dia.

DIA VINTE E UM : É o dia que assinalou o chegar da Primavera (no hemisfério norte do planeta Terra), o renascer dos campos floridos e, já agora, que seja também o reavivar das memórias e nos traga um sentimento de esperança de um Mundo mais fraterno. É, também, o DIA MUNDIAL DA FLORESTA, que tem como objetivo lembrar e sensibilizar os cidadãos de todo o Mundo para a importância que a sua preservação tem para a manutenção da VIDA no planeta Terra, palco da humanidade. Palco onde cada um de nós é um ator, numa peça continuada, desempenhando papéis diferenciados das obras de muitos autores. DIA VINTE E SETE É DIA MUNDIAL DO TEATRO, um dia de todos nós, que participamos em dramas, tragédias e comédias no dia a dia das nossas vidas. Bem-haja para os que com o saber e a arte de dizer nos trazem o sabor da palavra e a riqueza do conhecimento.

VINTE E UM é, também, o DIA INTERNACIONAL CONTRA A DESCRIMINAÇÃO RACIAL, instituído pela ONU, que marca a data trágica de um massacre havido na África do Sul em 21 de Março de 1960. Não gosto de abordar o tema quanto ao facto, à data ou à cor da pele, porque qualquer dia, dos 365 ou 366 do ano, podia exigir este avivar da memória. Ao longo da história da humanidade povos de todas as raças e credos foram sujeitos à escravatura, à descriminação social e racial, por isso desejo que todos os dias sejam dias de todas as causas e evocações.

E porque a poesia marcou o DIA fica uma pequena quadra, sem rima. – quatro versos apenas:

Ao chegar a Primavera , cuidámos da Floresta.
É dia da Poesia e do Teatro, por isso, dia festivo.
Da igualdade entre os povos de cor e credos diferentes.
Pois da vontade do outro, nenhum de nós é cativo.

HOJE 22 DE MARÇO - Data em que a ONU determinou que fosse o dia MUNDIAL DA ÀGUA , o bem mais precioso, sem ele não haveria dias da poesia, do teatro, da árvore, nem carnavais ou Natais, simplesmente não haveria VIDA, tal como a conhecemos, ficam as imagens da poluição e da seca, para que todos não esqueçam que o BEM MAIS VALIOSO DE TODOS OS BENS É A ÁGUA.

21 DE MARÇO – DIA MUNDIAL DA POESIA

Neste dia, em todo o Mundo haverá tertúlias, récitas e encontros, falar-se-á de poesia, dos grandes poetas, relegando a poesia popular para segundo plano.
No espaço da lusofonia há e sempre houve grandes poetas, com obras de rara dimensão, como: os portugueses - Luiz Vaz de Camões, Cesário Verde, Fernando Pessoa - Os brasileiros Drumond de Andrade, Vinicius de Moraes e Castro Alves, de Moçambique José Craveirinha, de Angola Agostinho Neto e de Cabo Verde (Terra de tantos poetas) Amílcar Cabral e Eugénio Tavares. Estes são alguns de grandes poetas de língua portuguesa. Mas hoje quero lembrar o poeta brasileiro CARLOS DRUMOND DE ANDRADE e ANTÓNIO ALEIXO, cauteleiro e pastor de rebanhos, cantor popular de feira em feira, pelas redondezas de Loulé (Algarve - Portugal ) que é um caso singular, bem digno de atenção de quantos se interessam pela poesia. Para reflexão faço uma postagem de algumas quadras da obra “ESTE LIVRO QUE VOS DEIXO”, em parte improvisações registadas, carregadas de sensibilidade, experiência de vida e análise profunda.
ARFER
Fica a Poesia:
A Palavra Mágica                                                                                                                                                           Certa palavra dorme na sombra /de um livro raro. /Como desencantá-la? /
É a senha da vida/ a senha do mundo. / Vou procurá-la. /
Vou procurá-la a vida inteira/ no mundo todo. /
Se tarda o encontro, se não a encontro, /não desanimo, /procuro sempre.
Procuro sempre, e minha procura/ ficará sendo /minha palavra.

Carlos Drummond de Andrade, in 'Discurso da Primavera'
QUADRAS SOLTAS
Que importa perder a vida/Em luta contra a traição,/Se a Razão mesmo vencida,/Não deixa de ser Razão.
Embora os meus olhos sejam,/Os mais pequenos do Mundo/O que importa é que eles vejam/O que os homens são no fundo
Não sou esperto nem bruto/ Nem bem nem mal educado; /Sou simplesmente o produto /
Do meio em que fui criado.

ANTÓNIO ALEIXO

domingo, 18 de março de 2018

terça-feira, 6 de março de 2018

MULHER ~O TEU DIA - QUE SÃO TODOS



“À MULHER”

Decidi, no dia da MULHER, lembrar BLIMUNDA. JOSÉ SARAMAGO trata as personagens femininas de forma especial, numa crítica criativa aos seus diferentes comportamentos. BLIMUNDA, a MULHER nascida do seu imaginário, em “Memorial do Convento”, estaria (hoje) com toda a certeza a comemorar o:

“8 de Março Dia Internacional da Mulher”
O PORQUÊ! FACTOS DA HISTÓRIA:

No dia 8 de Março do ano de 1857, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve, ocupando a fábrica, para reivindicarem a redução de um horário de mais de 16 horas para as 10 horas diárias. Estas operárias que recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde, entretanto, se declarara um incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas. Em 1910, numa conferência internacional de mulheres realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem àquelas mulheres, comemorar o 8 de Março como "Dia Internacional da Mulher". Em 1977, as Nações Unidas proclamam o dia 8 de Março como o:- Dia Internacional dos Direitos da Mulher e da Paz.

 Cronologia histórica – AS COMEMORAÇÕES:
• 1910 : É em Copenhaga, aquando da conferência internacional das mulheres socialistas, que a ideia “de um Dia Internacional das Mulheres” é decidida, sobreuma proposta de Clara Zetkin, representante do Partido socialista da Alemanha

1913 : Mulheres russas organizam ajuntamentos clandestinos.

1914 : As mulheres reclamam o direito de voto na Alemanha.

1915 : Oslo das mulheres defendem os seus direitos e reclamam a paz.  1917 : Em São Petersburgo centenas de operárias  manifestam-se  para reclamar pão e o regresso da sua Mari partidos ao frente.


1924 : O dia é celebrado na China.

1945: Ao Canadá, primeiro Dia internacional da mulher.  1946 : O dia é celebrado nos países do Leste.

1977 : As Nações Unidas oficializam o Dia Internacional das Mulheres.

LEMBRANDO O “MEMORIAL”:


BLIMUNDA e a sua capacidade extraordinária de “VÊR” o “mundo” que a rodeia, numa sociedade em que a riqueza faustosa de poucos, contrastava com a miséria de muitos.

A rainha Maria Ana, uma mulher triste, insatisfeita, vivendo uma espécie de casamento intermitente, alimentando o ego de fantasias sonhadas com o seu cunhado, redimindo-se dessas fraquezas através da oração, no papel de mulher submissa ao homem seu dono e aos padrões religiosos repressivos que lhe eram impostos.

A BLIMUNDA, não, é forte, inteligente, sensual, verdadeira e sem subterfúgios, genes herdados de sua MÃE Sebastiana que, por ser uma mulher de alma forte e impoluta, foi banida para Angola.

BLIMUNDA vive liberta, não aceita regras que a escravizem enquanto SER (mulher). Pobre no TER e rica no SER, a ela e dado o direito ao AMOR, à LIBERDADE, à plenitude dos seus direitos. Vê o homem como um igual.

BLIMUNDA tem os poderes que todas as mulheres deveriam ter, os de exigir das sociedades de que fazem parte, o direito à igualdade de género.

BLIMUNDA está à frente no seu tempo e ensina-nos a ver o mundo sem máscaras nem hipocrisias e que é preciso sensibilidade e conhecimento para saber ver (os olhos não chegam para tudo ver).

Deixaria a todas as mulheres este recado: - “ É preciso vencer a cegueira vivendo intensamente. Não se submetam passivamente aos comportamentos sociais que vos são impostos. Exijam o lugar de direito que têm no MUNDO, na igualdade de género, nos direitos e deveres.

ARFER

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

CARNAVAL - ALHOS VEDROS 2018




CARNAVALINHO

Nestes dias de festança,
Eu desejo a toda a gente
Que no brincar tenham esperança
De que o amanhã é diferente.

 

 Para Mestre de sala ou poeta,
A festa é sonho e alegria

E com papel e caneta
Os versos são fantasia.

 Nas ruas fazem cortejos
E mentem nos Parlamentos
Em tempo de Carnaval
Acabaram-se os tormentos

 No Barreiro haverá festa
Muitas cores e magia

Que todos se manifestem
Com redobrada alegria.

 Uns mascaram-se, outros não.
Há os sempre mascarados

Que no meio da confusão
Pensam andar disfarçados.

 4ª feira acaba a FESTA
Enterra-se o “Bacalhau”.

Quando se abrir o caixão,
Não se assustem com o PAU.

Que se tenha nesta quadra
Alegria num fartote

Brinquem todos, aproveitem
Porque vou dar o pinote.

ARFER,

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

DIA DOS NAMORADOS






DIA DOS NAMORADOS
 NAMORADOS . A TERAPIA DO BEIJO É FUNDAMENTAL - PRATICAI!
 No  Dia dos Namorados,  há oferta de flores,  troca de cartões e presentes com  o  símbolo de um coração, bem  como as tradicionais caixinhas de bombons, de marca ou não. As "meninas" da UTIB expõem lenços de amor e afectos e já agora, porque é natural, acontece  a permuta de "kisses"  prolongados ou não, de que falo em verso e ( simbolicamente ) na imagem que desenhei, alusiva ao tema.  Nos países de expressão portuguesa  e noutros países do mundo , comemora-se (hoje)  e no dia 14 de fevereiro de todos os anos. Excepto no Brasil  em que a data é comemorada no dia 12 de junho , véspera do dia de  SANTO ANTÓNIO "o casamenteiro" (feriado em LISBOA.
Embora seja denominado o dia de S,VALENTIM , também ele o casamenteiro, mandado matar pelo imperador romano Cláudio II que tinha proibido os casamentos (no império), porque acreditava que os jovens solteiros eram melhores guerreiros. Por outro lado pode ser que a origem do DIA DOS NAMORADOS tenha ponto de partida um antigo festival  romano que celebrava a fertilidade (a LUPERCALIA),  em homenagem a JUNO e PAN (deusa da natureza), e que,  por outro lado, marcava o inicio oficial da PRIMAVERA.
E porque hoje é o dia dos namorados não tornem vulgar o:
 O BEIJO
O BEIJO no bom sentido
È um beijo com valor.
Pode ser um beijo amigo,
Como pode ser de Amor.
Mas beijar só por beijar,
É tornar banal o beijo.
Mas o beijar com vontade,
Intensifica  o desejo.
Dizem que beijo de Judas
É o beijo  da traição.
Com um beijo não te iludas,
Pode ser pura ilusão.
Para  quem recebe ilusão,
Porque pode imaginar
Que outros tantos virão
Da boca que o quis dar.
Desse momento vivido
De apenas um fugaz beijo,
Talvez vazio, sem sentido
Continua a ser desejo.
Só com duas consoantes
E as três vogais que tem,
Seja longo ou por instantes.
Um beijo sempre faz bem.
 Se é dado por breve instante
Pode ser por amizade.
ntão parta já para outro
E sinta-se em liberdade.
 Se é longo o trato muda
E então se for prolongado
Meu amigo não se iluda
Porque já foi apanhado.
ARFER

domingo, 11 de fevereiro de 2018

CABOVERDE LISBOA Cópia



CARNAVALINHO - CABO VERDE na AV. DA LIBERDADE.
SEM XARANGA, NEM BANDA MAS COM ALEGRIA.
 
Nestes dias de festança, /Eu
desejo a toda a gente
/
Que no
brincar tenham esperança
/
De que o
amanhã é diferente.


Para Mestre de sala ou poeta, /A
festa é sonho e alegria
/
E com papel
e caneta
, /Os versos são fantasia.


Nas ruas fazem cortejos/ E mentem nos Parlamentos. /Em
tempo de Carnaval./Acabaram-se os tormentos.


No Barreiro haverá festa, /Muitas
cores e magia. /Que todos se manifestem./ Com redobrada alegria.


Uns mascaram-se, outros não. /Há os
sempre mascarados,/Que no meio da confusão,/ Pensam andar disfarçados.


4ª feira acaba a FESTA. / Enterra-se
o “Bacalhau”./Quando se abrir o caixão,/Não se assustem com o PAU.


Que se tenha nesta quadra, /Alegria
num fartote. /Brinquem todos, aproveitem./Porque vou dar o pinote
.
ARFER

sábado, 10 de fevereiro de 2018

CARNAVAL 2018 - BARREIRO



EM TEMPO DE GERIGONÇA, NADA DE AMIGOS DA ONÇA - APROVEITEM ESTAS  FOLIAS, PARA ALEGRAR OS VOSSOS DIAS.

 CARNAVALINHO
Nestes dias de festança,
Eu desejo a toda a gente
Que no brincar tenham esperança
De que o amanhã é diferente.
 Para Mestre de sala ou poeta,
A festa é sonho e alegria
E com papel e caneta
Os versos são fantasia.
 Nas ruas fazem cortejos
E mentem nos Parlamentos
Em tempo de Carnaval
Acabaram-se os tormentos
 No Barreiro haverá festa
Muitas cores e magia
Que todos se manifestem
Com redobrada alegria.
 Uns mascaram-se, outros não.
Há os sempre mascarados
Que no meio da confusão
Pensam andar disfarçados.
 4ª feira acaba a FESTA
Enterra-se o “Bacalhau”.
Quando se abrir o caixão,
Não se assustem com o PAU.
 Que se tenha nesta quadra
Alegria num fartote
Brinquem todos, aproveitem
Porque vou dar o pinote.
ARFER

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

PATRIMÓNIO A PRESERVAR


 
Imagem da "IRMÃ" mais nova (em obras, envolta em tapumes) 
 
EU SOU A TAL, A ÚNICA NA EUROPA TODA, MAS NASCI E VIVO NO BARREIRO.

 A minha irmã mais nova vive em LISBOA, filha de outro pai, arquiteto de renome,   e estão a cuidar dela. Eu só porque vivo no BARREIRO, vão-me deixando "morrer" pouco a pouco, dilacerando a minha alma e deixam apodrecer o meu corpo. Façam ou nada façam para me dar uma nova vida, a minha imagem ficará gravada nas vossas mentes. Foi por nascer neste PAÍS que assim me tratam?

QUE DIABO, SOMOS "FILHAS" DO MESMO DONO, MERECEMOS O MESMO TRATO!

ARFER

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

MALANGATANA - Lembrar o HOMEM .



            Recordando:   MALANGATANA


Cheguei a casa, cerca das 21h00, sentei-me para jantar e vi a notícia, via TV, em rodapé: “ …faleceu Malangatana …”, não queria crer mas, logo após, confirmei.

Lá fora chovia copiosamente, como se do céu caíssem lágrimas de tristeza. Decidi escrever e fazer lembrar em poucas palavras, quem foi o Pintor, o Poeta, o Escultor, amante da Antropologia e Etnologia, mas, principalmente, amava a natureza, a humanidade e todos quantos com ele conviviam.

Em 6 de Junho de 1936, nasceu em MATALANA (província de Maputo).

Em 1960 tornou-se artista profissional.

No período colonial foi preso pela PIDE (polícia política) juntamente com os poetas José Craveirinha, Rui Nogar e outros cidadãos. Julgado dois anos depois e sem culpa formada (o que era comum) é julgado, absolvido e libertado.

Aderiu à FRELIMO, impulsionou diversos projectos culturais, colaborou intensamente com a UNICEF em acções culturais direccionadas à criança.

Um imenso rol de países de todo o Mundo guarda obras suas.

Estão presentes nas suas obras o “papão”, o povo e a criança mas em grande parte delas é a MULHER MOÇAMBICANA que está em destaque e dele guardo esta frase: “ …Não estou desiludido com a mulher com quem casei, ela é superior a mim ….”
O MUNDO FICOU MAIS POBRE !
ARFER

MALANGATANA NGWENYA

Não teve berço, nem brinquedo

Dormiu na esteira, no chão

E de noite sentia medo

Que ali chegasse o “papão”.

Em moleque, criado de meninos

Apanha bolas e pastor

Aprendiz de “nyamossoro”

Ansiava um Mundo melhor

Trazia em si a Arte, em cada poro.

Foi em Matalana que nasceu

E experimentou a arte de pintar

Desenhou e fez-se escultor

Dedicou-se à vida com trabalho

E deixou nele todo o seu amor.

Hoje cidadão do Mundo

Venerado em toda a parte

Não só pelo HOMEM que é

Mas também pela sua ARTE.


Em vez de um ADEUS, ATÉ JÁ !!!


ARFER

sábado, 30 de dezembro de 2017

2018 O ANO DA ESPERANÇA QUE DITARÁ O FUTURO.

QUE 2018 E SEGUINTES. SEJAM OS MELHORES ANOS DAS VOSSAS VIDAS
 
NUM ABRAÇO FRATERNO com MUITA AMIZADE, DESEJO A TODOS UM FUTURO COM SAÚDE, FELICIDADE E ESPERANÇA. ATÉ PARA O ANO !!!
 
E VÃO UMAS PALAVRITAS
 CINCO letras, cinco dedos
Tal qual os DEDOS da mão,
E CINCO são os sentidos,
Diz-nos a voz da RAZÂO.
Haja  SAÚDE para todos,
Ser FELIZ e ter esperança
E que, também,  o novo ano
Vos traga AMOR e abastança.
Para ti, querido(a) AMIGO (a)
Neste ano que cai de VELHO
Num FORTE  ABRAÇO sentido
Te mando CRAVO vermelho
Neste canto de fim de ano
Penso eu,MAIS AGRADADO
Que a GERIGONÇA PARIU
UM PORTUGAL ESPERANÇADO.
Mas ATENÇÃO que o projecto.
Ainda não está terminado.
ARFER

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

NATAL


QUE HAJA PAZ, SOLIDARIEDADE E FRATERNIDADE, NESTE PLANETA AZUL

 
NATAL

Nada melhor do que ter
Amor, “Pão” e Amizade.
Também, é bom não esquecer
Aqueles que neste Mundo
Lutam pela Liberdade.

E o que é Liberdade?
Julgamos todos saber
Então, pronto, é só dizer:
É viver em igualdade
No direito e no dever.

Sendo assim, que este Natal
Nos sirva de reflexão
Sobre a tristeza que assola
As muitas casas sem pão
E os meninos sem escola.

Se acham bem o que aqui digo
Se certos e do meu lado
Levem a quem não consigo
O que vai neste “recado”.

Se ao nascer há igualdade,
Se na morte é tal e qual,
Porque é que durante a vida
Não há “espírito” de NATAL.
ARFER

terça-feira, 21 de novembro de 2017

BOCAGE - O POETA!




 
HOJE LEMBRO O POETA MANUEL MARIA BARBOSA DU BOCAGE "ELMANO SADINO" ,UM DOS GRANDES POETAS PORTUGUESES

sábado, 18 de novembro de 2017

MOLIÉRE E O TEATRO


Aconteceu!
Molière chegou a Paris em 1658 . Estabelece-se definitivamente no teatro do Petit-Bourbon, onde, a 18 de Novembro de 1659, faz a estreia da sua peça “Les Précieuses ridicules” ("As Preciosas Ridículas") - uma das suas obras primas que não era mais que a primeira incursão do autor na crítica dos maneirismos e modos afectados que então eram comuns em França e considerados "distintos". A peça foi inicialmente proibida, mas pouco depois recebeu autorização para ser posta em cena. O estilo e conteúdo deste seu primeiro sucesso relativo tornou-se rapidamente no centro de uma vasta controvérsia literária.
ARFER