Uma imagem da CASA DO ARTISTA, uma "jovem" que fará 20 anos em Maio, onde será festejado o dia e guarda nela memórias e histórias de vida, de alguns dos que lá vivem e nos palcos do País e do Mundo, nos deram o prazer de os ver representar. VIVA O TEATRO!!!
quarta-feira, 27 de março de 2019
terça-feira, 26 de março de 2019
CABO VERDE - DIA DA MULHER
Dia da Mulher di Cabo Verde
27 DE MARÇO - É DIA MUNDIAL DO TEATRO, um dia de todos nós, que participamos em dramas, tragédias e comédias no dia a dia das nossas vidas. Bem haja para os que com o saber e a arte de dizer nos trazem o sabor da palavra e a riqueza do conhecimento. Mas, também, (NÃO ESQUECER) o dia em que se comemora o dia da MULHER cabo-verdiana e os 30 anos da OMCV - Organização das MULHERES de Cabo Verde.
27 DE MARÇO - É DIA MUNDIAL DO TEATRO, um dia de todos nós, que participamos em dramas, tragédias e comédias no dia a dia das nossas vidas. Bem haja para os que com o saber e a arte de dizer nos trazem o sabor da palavra e a riqueza do conhecimento. Mas, também, (NÃO ESQUECER) o dia em que se comemora o dia da MULHER cabo-verdiana e os 30 anos da OMCV - Organização das MULHERES de Cabo Verde.
DEZ
SÃO AS ILHAS, ANCORADAS NO MEIO DO ATLÂNTICO, e dez são os MANDAMENTOS que
identificam a MULHER DE CABO VERDE.
Mudjer é expreçom
Mudjer é kuraçom
Mudjer é harmonia
Mudjer é alegria
Mudjer é multiplikaçom di verdadi
Mudjer é soma di amizadi
Mudjer é morabeza saltianti
Mudjer é beleza di frenti
Mudjer é futuru Prisenti
MULHER de um PAÍS onde do quase nada se faz quase tudo e da DIÁSPORA que suplanta quantitativamente os que lá vivem.
MULHER MÃE, MULHER DE TRABALHO, MULHER QUE EDUCA, MULHER DE LUTA, MULHER SUSTENTÁTUCULO DO FUTURO DO PAÍS, que foi e é ponto de encontro de muitas Culturas, ele próprio detentor de uma imensa cultura, eivada de multiculturalidade.
Na paz e MORABEZA fica a SODADE que a mulher traz consigo e que, esteja onde estiver, espalha o perfume desse berço de dez pérolas do Atlântico.
Deixo um POEMA de AMÍLCAR CABRAL, palavras de uma HOMEM, dedicado à mulher da terra que tanto amou.
ARFER
ROSA NEGRA
Rosa,
Chamam-te Rosa, minha preta formosa
E na tua negrura
Teus dentes se mostram sorrindo.
Teu corpo baloiça, caminhas dançando,
Minha preta formosa, lasciva e ridente
Vais cheia de vida, vais cheia de esperanças
Em teu corpo correndo a seiva da vida
Tuas carnes gritando
E teus lábios sorrindo...
Mas temo tua sorte na vida que vives,
Na vida que temos...
Amanhã terás filhos, minha preta formosa
E varizes nas pernas e dores no corpo;
Minha preta formosa já não serás Rosa,
Serás uma negra sem vida e sofrente
Serás uma negra
E eu temo a tua sorte!
Minha preta formosa não temo a tua sorte,
Que a vida que vives não tarda findar...
Minha preta formosa, amanhã terás filhos
Mas também amanhã… amanhã terás vida! AMILCAR CABRAL
Também aqui
deixo aqui as PALAVRAS de VERA DUARTE em forma de POESIA, uma embaixadora da
Cultura de Cabo Verde e a voz melódica de NANCY VIEIRA que espalha o perfume intenso da música de raiz cultural caboverdiana.
A palavra na POESIA de VERA DUARTE:
Ai se um dia chovesse
Ai se em Outubro chovesse
a terra molhasse
o milho crescesse
e a fome acabasse
Ai se o homem sorrisse
a terra molhasse
a fome acabasse
e a chuva caísse
Ai se um dia...
Acordemos, camaradas,
As chuvas de Outubro não existem!
O que existe
É o suor cansado
Dos homens que querem
O que existe
É a busca constante
Do pão que abundante virá
Homens, mulheres, crianças
Na pátria livre libertada
Plantando mil milharais
Serão a chuva caindo
Na nossa terra explorada.
VERA DUARTE
Rosa,
Chamam-te Rosa, minha preta formosa
E na tua negrura
Teus dentes se mostram sorrindo.
Teu corpo baloiça, caminhas dançando,
Minha preta formosa, lasciva e ridente
Vais cheia de vida, vais cheia de esperanças
Em teu corpo correndo a seiva da vida
Tuas carnes gritando
E teus lábios sorrindo...
Mas temo tua sorte na vida que vives,
Na vida que temos...
Amanhã terás filhos, minha preta formosa
E varizes nas pernas e dores no corpo;
Minha preta formosa já não serás Rosa,
Serás uma negra sem vida e sofrente
Serás uma negra
E eu temo a tua sorte!
Minha preta formosa não temo a tua sorte,
Que a vida que vives não tarda findar...
Minha preta formosa, amanhã terás filhos
Mas também amanhã… amanhã terás vida! AMILCAR CABRAL
Também aqui
deixo aqui as PALAVRAS de VERA DUARTE em forma de POESIA, uma embaixadora da
Cultura de Cabo Verde e a voz melódica de NANCY VIEIRA que espalha o perfume intenso da música de raiz cultural caboverdiana.
A palavra na POESIA de VERA DUARTE:
Ai se um dia chovesse
Ai se em Outubro chovesse
a terra molhasse
o milho crescesse
e a fome acabasse
Ai se o homem sorrisse
a terra molhasse
a fome acabasse
e a chuva caísse
Ai se um dia...
Acordemos, camaradas,
As chuvas de Outubro não existem!
O que existe
É o suor cansado
Dos homens que querem
O que existe
É a busca constante
Do pão que abundante virá
Homens, mulheres, crianças
Na pátria livre libertada
Plantando mil milharais
Serão a chuva caindo
Na nossa terra explorada.
VERA DUARTE
MINDELO ATÉ PARIS, deixando o perfume da MORNA da BOAVISTA, consagrada na SODADE.
RECORDANDO
Descalça ia para o PALCO
A DIVA com tal candura,
Não formosa, mas segura.
Em tantos palcos cantou,
Do Mindelo até Paris.
E tantas saudades deixou
No povo que tanto a quis.
Não foi, ficou ente nós
O registo da sua imagem
E o encanto da sua voz.
ARFER
sexta-feira, 22 de março de 2019
AGUA É VIDA
DIA MUNDIAL DA AGUA
Deixo-vos um POEMA de Fernando Tavares Marques
Á G
U A
Queria
fazer-te um poema
e
faltam-me as palavras;
Quantas
teriam a simples beleza do teu nome?
Onde
estariam as que te merecem?
Fui
à procura de todas.
Perguntei
por elas aos poetas,
aos
artistas, a todos os homens
e
mulheres que me povoam a alma.
Dessa
busca interminável
e
profunda,
Apenas
uma me escorreu por dentro
e te
pode definir:
Obrigado.
Fernando Tavares Marques
sábado, 23 de fevereiro de 2019
GRAÇA - LISBOA - BELA VISTA
´LISBOA - GRAÇA - BELA VISTA
EXTRACTO
DE UMA VIDA.
Na Graça, na prenhe mãe, em alto morro,
Crescendo em seu útero, nunca foi dor.
O rebento foi nascer lá para o Socorro
E hoje escreve e canta, espalha Amor.
Passaram tantos Sóis, desde esse dia,
Na Lisboa qual jardim em que medraste
Cheio de sonhos, de esperança e fantasia,
No canteiro, que era o bairro em que moraste.
Da janela da casa vias o Rio,
As fragatas e as luzes do Barreiro
Ouvias as sirenes do navio,
Nos dias em que havia nevoeiro.
Cresceste e na escola onde andaste
Encontraste o teu primeiro amor
Rosa era o seu nome e nela achaste
O perfume inebriante de uma flor.
O tempo passou e em tal jardim,
Cheiraste o perfume de outras flores,
Belas, lindas, mas mesmo assim
Foste procurando outros amores.
Porem, à tua volta, vias também
Um Mundo pleno de desigualdade,
Mas, onde sempre havia alguém
Que pugnava pela vida em Liberdade.
Se a Liberdade é Vida, tu seguiste
Aqueles que lutavam pelo futuro.
E aí, foi quando decidiste
Trilhar pelo caminho que era mais duro.
Veio a tropa, havia guerra e resistência
Mas ficaste cá, peça de um puzle anónimo,
Que afincadamente combatia, com veemência
Pela Liberdade, na quinta do António.
Amores, foram, vieram tal qual o vento,
Das “Flores”, sentindo o seu perfume, foste feliz.
Delas cuidaste, sendo sempre teu intento
Nunca arrancar nenhuma pela raiz.
E ainda hoje lhes guardas amizade,
Pois sempre conviveste com a verdade.
ARFER
Na Graça, na prenhe mãe, em alto morro,
Crescendo em seu útero, nunca foi dor.
O rebento foi nascer lá para o Socorro
E hoje escreve e canta, espalha Amor.
Passaram tantos Sóis, desde esse dia,
Na Lisboa qual jardim em que medraste
Cheio de sonhos, de esperança e fantasia,
No canteiro, que era o bairro em que moraste.
Da janela da casa vias o Rio,
As fragatas e as luzes do Barreiro
Ouvias as sirenes do navio,
Nos dias em que havia nevoeiro.
Cresceste e na escola onde andaste
Encontraste o teu primeiro amor
Rosa era o seu nome e nela achaste
O perfume inebriante de uma flor.
O tempo passou e em tal jardim,
Cheiraste o perfume de outras flores,
Belas, lindas, mas mesmo assim
Foste procurando outros amores.
Porem, à tua volta, vias também
Um Mundo pleno de desigualdade,
Mas, onde sempre havia alguém
Que pugnava pela vida em Liberdade.
Se a Liberdade é Vida, tu seguiste
Aqueles que lutavam pelo futuro.
E aí, foi quando decidiste
Trilhar pelo caminho que era mais duro.
Veio a tropa, havia guerra e resistência
Mas ficaste cá, peça de um puzle anónimo,
Que afincadamente combatia, com veemência
Pela Liberdade, na quinta do António.
Amores, foram, vieram tal qual o vento,
Das “Flores”, sentindo o seu perfume, foste feliz.
Delas cuidaste, sendo sempre teu intento
Nunca arrancar nenhuma pela raiz.
E ainda hoje lhes guardas amizade,
Pois sempre conviveste com a verdade.
ARFER
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019
DIA DOS NAMORADOS
domingo, 6 de janeiro de 2019
Recordando: MALANGATANA NGWENYA
Cheguei a casa, cerca das 21h00, sentei-me para
jantar e vi a notícia, via TV, em rodapé: “ …faleceu Malangatana …”, não queria
crer mas, logo após, confirmei.
Lá fora chovia copiosamente, como se do céu caíssem lágrimas de tristeza. Decidi escrever e fazer lembrar em poucas palavras, quem foi o Pintor, o Poeta, o Escultor, amante da Antropologia e Etnologia, mas, principalmente, amava a natureza, a humanidade e todos quantos com ele conviviam.
Em 6 de Junho de 1936, nasceu em MATALANA (província de Maputo).
Em 1960 tornou-se artista profissional.
No período colonial foi preso pela PIDE (polícia política) juntamente com os poetas José Craveirinha, Rui Nogar e outros cidadãos. Julgado dois anos depois e sem culpa formada (o que era comum) é julgado, absolvido e libertado.
Aderiu à FRELIMO, impulsionou diversos projectos culturais, colaborou intensamente com a UNICEF em acções culturais direccionadas à criança.
Um imenso rol de países de todo o Mundo guarda obras suas.
Estão presentes nas suas obras o “papão”, o povo e a criança mas em grande parte delas é a MULHER MOÇAMBICANA que está em destaque e dele guardo esta frase: “ …Não estou desiludido com a mulher com quem casei, ela é superior a mim ….”
O MUNDO FICOU MAIS POBRE !
ARFER
MALANGATANA NGWENYA
Não teve berço, nem brinquedo
Dormiu na esteira, no chão
E de noite sentia medo
Que ali chegasse o “papão”.
Em moleque, criado de meninos
Apanha bolas e pastor
Aprendiz de “nyamossoro”
Ansiava um Mundo melhor
Trazia em si a Arte, em cada poro.
Foi em Matalana que nasceu
E experimentou a arte de pintar
Desenhou e fez-se escultor
Dedicou-se à vida com trabalho
E deixou nele todo o seu amor.
Hoje cidadão do Mundo
Venerado em toda a parte
Não só pelo HOMEM que é
Mas também pela sua ARTE.
Em vez de um ADEUS, ATÉ JÁ !!!
ARFER
Lá fora chovia copiosamente, como se do céu caíssem lágrimas de tristeza. Decidi escrever e fazer lembrar em poucas palavras, quem foi o Pintor, o Poeta, o Escultor, amante da Antropologia e Etnologia, mas, principalmente, amava a natureza, a humanidade e todos quantos com ele conviviam.
Em 6 de Junho de 1936, nasceu em MATALANA (província de Maputo).
Em 1960 tornou-se artista profissional.
No período colonial foi preso pela PIDE (polícia política) juntamente com os poetas José Craveirinha, Rui Nogar e outros cidadãos. Julgado dois anos depois e sem culpa formada (o que era comum) é julgado, absolvido e libertado.
Aderiu à FRELIMO, impulsionou diversos projectos culturais, colaborou intensamente com a UNICEF em acções culturais direccionadas à criança.
Um imenso rol de países de todo o Mundo guarda obras suas.
Estão presentes nas suas obras o “papão”, o povo e a criança mas em grande parte delas é a MULHER MOÇAMBICANA que está em destaque e dele guardo esta frase: “ …Não estou desiludido com a mulher com quem casei, ela é superior a mim ….”
O MUNDO FICOU MAIS POBRE !
ARFER
MALANGATANA NGWENYA
Não teve berço, nem brinquedo
Dormiu na esteira, no chão
E de noite sentia medo
Que ali chegasse o “papão”.
Em moleque, criado de meninos
Apanha bolas e pastor
Aprendiz de “nyamossoro”
Ansiava um Mundo melhor
Trazia em si a Arte, em cada poro.
Foi em Matalana que nasceu
E experimentou a arte de pintar
Desenhou e fez-se escultor
Dedicou-se à vida com trabalho
E deixou nele todo o seu amor.
Hoje cidadão do Mundo
Venerado em toda a parte
Não só pelo HOMEM que é
Mas também pela sua ARTE.
Em vez de um ADEUS, ATÉ JÁ !!!
ARFER
domingo, 30 de dezembro de 2018
sexta-feira, 28 de dezembro de 2018
2019 - ANO NOVO - VIDA NOVA!
CINCO SÃO OS DIAS, para para que saudemos o Senhor 2019. Vai ser ano de alguma agitação. SORTE, SAÚDE e bem ESTAR para TODOS.
Como estou numa de CINCO LETRAS...VOTEM bem!
QUE 2019 E SEGUINTES. SEJAM OS MELHORES ANOS DAS VOSSAS VIDAS-
NUM ABRAÇO FRATERNO com MUITA AMIZADE, DESEJO A TODOS UM FUTURO COM SAÚDE, FELICIDADE E ESPERANÇA, ATÉ PARA O ANO !!!
E VÃO UMAS PALAVRITAS
CINCO letras, cinco dedos
Tal qual os DEDOS da mão
E CINCO são os sentidos,
Diz-nos a voz da RAZÂO.
Haja SAÚDE para todos,
Ser FELIZ e ter esperança
E que, também, o novo ano
E que, também, o novo ano
Vos traga AMOR e abastança.
Para ti, querido(a) AMIGO (a)
Neste ano que cai de VELHO
Num FORTE ABRAÇO sentido
Te mando CRAVO vermelho
Neste CANTO de fim de ano
Penso eu,MAIS AGRADADO
Que a GERIGONÇA PARIU
UM PORTUGAL ESPERANÇADO.
Penso eu,MAIS AGRADADO
Que a GERIGONÇA PARIU
UM PORTUGAL ESPERANÇADO.
Mas ATENÇÃO que o projecto.
Ainda não está terminado.
ARFER
terça-feira, 18 de dezembro de 2018
NATAL
UM BOM E FELIZ NATAL PARA TODOS e NÃO DEIXEM DE SONHAR PORQUE O FUTURO SERÁ O PRODUTO DO NOSSO QUERER E FAZER ... HAJA ESPERANÇA.
UM ABRAÇO PARA TODOS.
N A T A L
Nada melhor do que ter
AMOR, PÃO e AMIZADE
Também é bom não esquecer
Aqueles que neste MUNDO
Lutam pela igualdade.
UM ABRAÇO PARA TODOS.
N A T A L
Nada melhor do que ter
AMOR, PÃO e AMIZADE
Também é bom não esquecer
Aqueles que neste MUNDO
Lutam pela igualdade.
Sendo assim, que este NATAL
Nos sirva de reflexão
Sobre a tristeza que assola
As muitas casas sem PÃO
E os meninos sem ESCOLA.
SES:
Se acham bem o que digo
Se certos e do meu lado
Levem a quem não consigo
O que vai neste "RECADO".
Se ao nascer há IGUALDADE
Se na morte é tal e qual,
Porque é que durante a vida
Não há "espírito" de NATAL.
ARFER
Nos sirva de reflexão
Sobre a tristeza que assola
As muitas casas sem PÃO
E os meninos sem ESCOLA.
SES:
Se acham bem o que digo
Se certos e do meu lado
Levem a quem não consigo
O que vai neste "RECADO".
Se ao nascer há IGUALDADE
Se na morte é tal e qual,
Porque é que durante a vida
Não há "espírito" de NATAL.
ARFER
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