Translate

sábado, 31 de dezembro de 2016

2017 e seguintes. SEJAM OS MELHORES ANOS DAS VOSSAS VIDAS



 NUM ABRAÇO FRATERNO com MUITA AMIZADE, DESEJO A TODOS UM FUTURO COM SAÚDE, FELICIDADE E ESPERANÇA. ATÉ PARA O ANO !!!
                             E VÃO UMAS PALAVRITAS

 CINCO letras, cinco dedos
Tal qual os DEDOS da mão,

E CINCO são os sentidos,
Diz-nos a voz da RAZÂO.

Haja  SAÚDE para todos,
Ser FELIZ e ter esperança

Que, também,  o novo ano

Vos traga AMOR e abastança.
Para ti, querido(a) AMIGO (a)

Neste ano que cai de VELHO
Num FORTE  ABRAÇO sentido

Te mando CRAVO vermelho
Neste canto de fim de ano

Penso eu,MAIS AGRADADO

Que a GERIGONÇA PARIU

UM PORTUGAL ESPERANÇADO.

ARFER

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

NATAL é FAMÍLIA, PAZ e AMIZADE!

 
 


 
QUE HAJA PAZ, SOLIDARIEDADE E FRATERNIDADE NESTE PLANETA AZUL
 

NATAL
Nada melhor do que ter
Amor, “Pão” e Amizade.

Também, é bom não esquecer

Aqueles que neste Mundo

Lutam pela Liberdade.


E o que é Liberdade?

Julgamos todos saber

Então, pronto, é só dizer:

É viver em igualdade

No direito e no dever.


Sendo assim, que este Natal

Nos sirva de reflexão

Sobre a tristeza que assola

As muitas casas sem pão

E os meninos sem escola.

Ses:


Se acham bem o que aqui digo

Se certos e do meu lado

Levem a quem não consigo

O que vai neste “recado”.



Se ao nascer há igualdade,

Se na morte é tal e qual,

Porque é que durante a vida

Não há “espírito” de NATAL.

ARFER

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

CULTURA - O PODER E A CULTURA

 
Os Poderes e a Cultura e o Poder da CulturaOs poderes, políticos, religiosos ou outros, podem, de forma intencional e em função dos interesses que os movem influenciar e evolução, fruição ou divulgação da Cultura, mas em caso algum a podem, globalmente, controlar.
Os problemas na área da política cultural são múltiplos, complexos e diversificados, mas provavelmente de simples resolução para um governo para quem o património cultural (material e imaterial) nem sequer exige ministro, cabendo ao gabinete de um secretário a má distribuição das “migalhas” orçamentadas para a CULTURA que apesar de “miseráveis” em 2012, consta que no Orçamento Geral do Estado português para 2013 serão reduzidas para metade. Pretenderão o regresso ao obscurantismo do passado? Talvez não, depende da dita e da resistência da contradita.
A Cultura e o Poder, sendo dois pilares da organização das sociedades, que emergem do tecido social e, consequentemente, a orientação das politicas são, de grosso modo, o reflexo do poder instituído.
A Cultura é um modo de vida, é a expressão do sentir, do pensar e do agir de um povo, tal qual a política. O fazer e o agir intencionalmente ou não, são atos políticos ou culturais, são uma constante da vida.
Sendo que as politicas Culturais do Poder central devam ser, na sua essência, um garante de regulação da pluralidade, da cidadania ativa e da liberdade criativa, assente basicamente no princípio da democratização da cultura, conforme O INSTITUIDO CONSTITUCIONALMENTE que o governo de Portugal não cumpre e com base num falso pretexto (a crise financeira por outros criada), relega a CULTURA para o fim da tabela das prioridades.
A LIBERDADE é sinónimo de criatividade cultural e potenciadora da divulgação do SABER e do conhecimento, o que torna um POVO mais atento à defesa do seu património cultural, material ou imaterial.
Tal como as relações humanas, pela sua complexidade, definir Cultura, sendo um tema aparentemente fácil, torna-se difícil, porque Ela é vida, são sentimentos, modo de estar do HOMEM como criador e produtor cultural.
Os Poderes autárquicos diferem quanto à forma e os objetivos no desenvolvimento das suas políticas culturais e moldes de gestão que lhes são inerentes no que concerne ao interesse concelhio e, também, quanto ao património material e imaterial que lhes são afetos, ainda que dentro dos parâmetros ditados pela Lei geral e do direito constitucional.
Desde 1974, a sociedade portuguesa, sofreu profundas alterações, relativamente ao Monolitismo partidário de quarenta e oito anos, de ditadura. O polipartidarismo veio assegurar a representatividade da globalidade dos sectores de opinião. A Liberdade de expressão e o fim da censura permitiram a livre circulação dos bens culturais, tais como livros, filmes, ideias, teatro livre de censura e uma representatividade alargada, exponencialmente, ao usufruto dos bens culturais.
Nos primeiros anos de livre poder autárquico, ainda que sem uma linha programática pré-definida, a força e a criatividade que a liberdade produz, deu origem a múltiplas iniciativas de âmbito cultural.
As autarquias em parceria com o movimento associativo e a comunidade escolar, têm desenvolvido, após o 25 de Abril, projetos de cariz cultural multifacetado e interculturais, face ao facto de Portugal que, ao longo de décadas, foi um pais de emigrantes, se tornar com fim da ditadura e da guerra colonial, depois de “ orgulhosamente sós”, num espaço geográfico que recebeu centenas de milhar de regressados das ex-colónias e de exilados emigrantes (fugidos à guerra e a ditadura).
Nos anos oitenta deu-se uma inversão, de emigrantes, passámos a ser um país acolhedor e atrativo para centenas de milhar de imigrantes dos quatro cantos do mundo, da Ásia, Africa, América do Sul e Europeus (principalmente do Leste da Europa), com raízes culturais, comportamentos sociais e religiosos, bem diferenciados.
Como se depreende, um facto histórico pode ser causa, em determinado momento, de rutura com algumas tradições e ser “explosão” de criatividade artística e de produção cultural. Como exemplo disso são a Revolução Francesa (século XVIII), a Revolução Industrial (séc. XIX) e a revolução Russa de 1917 (séc. XX), que deram origem, a seu tempo, de uma evolução artística e de divulgação cultural, sem precedentes, influenciadores de politicas sócio - culturais, de tal modo, que muitos Estados se viram na necessidade de legislar no sentido de proteger, apoiar e adequar, nalguns casos, a produção de arte e divulgação cultural em função dos seus objetivos políticos.
Os novos conhecimentos, novas tecnologias, produtos da revolução foram fatores determinantes de uma evolução sócio económica. A rádio, a fotografia, o cinema, a televisão e mais recentemente a comunicação da era digital, são hoje elementos fundamentais ao serviço da democratização da cultura, na sua divulgação e fruição, se utilizados com justa imparcialidade.
Se os Nacionalismos exacerbados e os Poderes ditatoriais e monolíticos foram e são entrave ao desenvolvimento da produção cultural, nos tempos de hoje, só uma “cultura contextualizada” pode restituir o homem a si mesmo. Assim a Cultura será julgada pela sua capacidade de realizar o homem no mundo e com os outros, pois ela não é senão aquilo que, é criado pelo Homem. A cultura é a via para a globalização de Humanidades, promotora de uma “nova” ética de compressão, tolerância e fraternidade entre os homens. Não há culturas maiores ou menores, superiores ou inferiores, mas apenas diferentes, sejam populares ou ditas eruditas que, de facto, tiveram origem popular, tais com o Canto, a Musica, o Teatro, tudo tem origem nas bases, sendo o principal fator na formação da riqueza do SER e a fundamentação das raízes do PERTENCER.
Por isso, face ao que nos é dado a entender, é da responsabilidade de todos os cidadãos amantes da sua CULTURA, marca identitária que define o seu sentimento de PERTENÇA, uma tomada de posição contra todos os tipos de austeridade que ameaçam os seus direitos e os que visem, subtil e disfarçadamente, a mercantilização e consequente elitização da CULTURA.
Pelos princípios que estão consignados no “MANIFESTO EM DEFESA DA CULTURA” lanço um apelo a todos os cidadãos, trabalhadores da cultura e das artes, a todas as estruturas de criação e produção culturais que partilham e lutam por estes objetivos, que se unam nesta luta que é todos e por todos.
O SABER E A CULTURA SÃO SINÓNIMO DE LIBERDADE E O ANTÍDOTO MAIS EFICAZ CONTRA OS APRENDIZES DA DITA.
ARFER

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

O TAL CANDEEEIRO E A LUZ.

 
Esta "peça que dá luz", é meu companheiro de mais de quatro décadas e as palavras, que se seguem, já foram publicadas (há uns bons anos). Nostalgia de tempos idos.
 O CANDEEIRO e a LUZ

A luz branca que contem todas as côres
Que o disco de NEWTON me mostrou
ilumina as trevas do medo e nos dá esperança.
Dá energia a quem das lutas se cansou.
Seja a do SOL que dá vida e cor às flores
Ou da Estrela Polar que orienta os marinheiros.
Sem ela não havia poetas nem escritores
Seja a luz do Sol ou de meros candeeiros.
Mas este candeeiro tem uma história.
Encontrei-o moribundo , quase acabado.
Ferrugento, semi-partido e maltratado.
Sempre que o vejo fico feliz pelo achado.
Porque me trouxe um sentimento de vitória.
Enquanto houver em nós a luz da esperança
Aquela "Luz" que  alimenta o nosso querer
E vai buscar ao canto mais recôndito da memória,
Onde vivem a lutas havidas, no ganhar e no perder.
Se é no perder que se aprende a ganhar
Então na essência da vida, ninguém está acabado
E a todo o tempo, em nós, há Luz de esperança a renascer.

ARFER  
 

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

PALAVRAS DITAS .

 

De manhã, à tarde e à noite, quatro "notícias", quatro amigos se foram, já não voltam. Foi quando, então se soltaram as palavras. C´est la VIE!
SEI E NÃO SEI

Não sei. Ao certo, onde fica o fim da estrada,

Nem quanto tempo, demorarei a lá chegar.

A vida, pode ser,  tanta coisa ou quase nada,

Mas sigo em frente, sem nunca me apressar.

 

Lá está meu dedo, em riste, a apontar.

Na direção que penso  certa, e julgo eu,

Que o caminho é um constante recriar.

Consciente de que o tive, nada é meu.

 

Uns ficam, outros vão, e nesta estrada,

Onde existe o querer, o TER e o SER .

Vai o corpo, fica a alma, em nós, guardada.

Mas sei que mais vale ser. que parecer.

 

Hoje, num repente, eu decidi

Escrever estes versos , motivado.

Por notícias que ouvi,  vi e li.

De amigos do PRESENTE e PASSADO.

 
E agora acabou, já estou cansado.~

ARFER (27/10/2016 -22h00)

terça-feira, 11 de outubro de 2016

11 DE OUTUBRO DE 2016 - 158.518 DIAS DEPOIS


HÁ 434 ANOS, 158.518 DIAS, ACONTECEU.

Para Portugal, Espanha e Itália, os primeiros países a  adoptarem o “Calendário Gregoriano”( Oficialmente o primeiro dia deste novo calendário foi 15 de Outubro de 1582), o dia 11 de Outubro não existiu.

Foram omitidos dez dias do “Calendário Juliano”, deixando de existir os dias de 5 a 14 de outubro de 1582. A bula ditava que o dia imediato à quinta-feira, 4 de outubro, fosse sexta-feira, 15 de outubro.
Só quatro séculos passados, é que todas as nações do planeta azul o adoptaram, e, por isso, é que as datas comemorativas são assinaladas mundialmente pelo calendário Gregoriano.

Porém, nalguns países e regiões, ainda se conservam outros calendários ª) para uso religioso inclusive com cronologia diferente da adotada pela Igreja Católica Romana.
OBS:
ª)Para esta mesma data outros calendários apontam anos diferentes, como: Ab urbe condita 2769; Calendário Babilônico 6766; Calendário bahá'í 172–173; Calendário budista 2560; Calendário hebreu 5776–5777; Calendário hindu Vikram Samvat 2072–2073; Calendário hindu Shaka Samvat 1938–1939; Calendário hindu Kali Yuga 5117–5118; Calendário Holoceno 12016; Calendário iraniano 1394–1395; Calendário Islâmico 1437–1438 entre outros.

Hoje, 2ª terça-feira do mês de Outubro (octo, "oito" em latim; o oitavo mês do calendário de Rómulo), é dia de Marte (Planeta vermelho).          (Após pesquisa na Incicliopédia)
ARFER

sábado, 1 de outubro de 2016

DIA MUNDIAL DO IDOSO - NÃO SERÃO TODOS?

DIA MUNDIAL DO IDOSO ! NÃO SERÃO TODOS?
UMA FLOR, O VERMELHO É COR, PARA TODOS (MENINOS E MENINAS COMO EU!



VELHICE ?

"A velhice é como o tempo, tem uma dimensão variável em cada um de nós

IDOSO - O SER E O ESTAR. -  Para os saberes e para a sociedade)

Embora em algumas sociedades (ditas civilizadas) coloquem o idoso na faixa etária da 3ª Idade, colocando-lhe (não declaradamente) o ónus de predador de grande parte da despesa pública, em vez de aproveitar a sua experiência e saber acumulado, criando condições para uma pro-atividade salutar. Nalgumas sociedades o "velho" é respeitado como um sábio.

Será ou não a sabedoria acumulada no tempo vivido, uma mistura de afectos, agilidade mental e experiência acumulada? - Há "idosos" que no seu percurso de vida,  valorizaram  o SER e o saber estar, partilhando com o OUTRO as mais valias culturais adquiridas, o conhecimento e as experiências vividas. Aprende-se a conviver e esta terapia de grupo promove um bem estar saudável,  é sementeira de amizades e adubo que fortalece o ego de quem partilha.

Hoje o tempo de vida é mais longo que no passado, e se ao longo deste caminho tratarmos o OUTRO como gostaríamos de ser tratados, se pensarmos que o passado já foi, vivermos o hoje porque o amanhã já aí vem, será bem melhor. Vivamos o presente pensando no futuro.

Lembrei-me por estou socialmente classificado de idoso (desde a nascença todos o serão, uns mais idosos que outros) de um aspecto fundamental, a importância do LIVRO (grande amigo e companheiro de todas as horas), daí que vos deixe este pequeno apêndice de texto, que lembra esta pergunta, que certo dia coloquei:
- QUEM ÉS TU BIBLIOTECA?
E ela respondeu-me assim: -
- Eu sou a guardiã do passado, do presente e do futuro …
Tenho no meu seio, as Memórias dos Homens, o seu imaginário criador da esgrima da palavra, em prosa e poesia.
Guardo dicionários de todas as línguas, enciclopédias e livros temáticos das ciências e artes.
Sou um elo da transmissão do SABER e da CULTURA, alimento regenerador e formador de gerações. O meu conteúdo é o “adubo” que fortalece o HOMEM face aos “ditadores de vão de escada” e de todos aqueles que fomentam a ignorância , tendo em vista a dominação e usurpação da LIBERDADE dos povos.

A CULTURA E O SABER SÃO SINÓNIMO DE LIBERDADE !

Há factores importantes para elevar a qualidade de vida, que devemos praticar, tais com0: -

a) Convívio social positivo, de proximidade e familiar;

b) Actividades físicas e mentais, participação em actividades lúdicas:

c) Manter os níveis cognitivos participando regularmente em  iniciativas de cariz cultural.

Todos podemos fazer o resto da "caminhada" com a dita (qualidade de vida) melhorada se (repito) cultivarmos as amizades, cuidarmos da saúde (do físico e da mente) e principalmente viver activamente.

BEM HAJA!

ARFER

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

PENSANDO NO TEMPO



 
 
EXACTAMENTE HÁ SEIS ANOS, PUBLIQUEI ESTAS PALAVRAS. Hoje cá estão de novo, pelo seu significado.

 

QUANTO TEMPO TEVE O TEMPO DESTES ULTIMOS cinco ANOS?
- Tenho a resposta, guardo-a para MIM.
-

 PENSANDO NO TEMPO

Pensando no TEMPO…
Mas que Tempo???
Que espaço, que volume,
Que distância tem o Tempo?
Alguém sabe quanto Tempo tem o Tempo?
O Tempo passa, o Tempo voa, o Tempo tarda.
Não há tempo para pensar no Tempo,
nem sentir a importância do Tempo
em cada um de nós.
Se todos temos um Tempo diferente,
e temos dele uma noção desigual.
Se na espera o tempo se prolonga
e nos bons momentos é lesto.
Se a vida é intensa o Tempo é curto.
Afinal o que é o Tempo,
Senão o parecer dos nossos sentidos.
O Tempo é uma estrada, onde a
Velocidade é variável.
É o princípio e o fim,
Onde o presente e o passado
Se confundem com o futuro.
Contudo o Tempo existe,
Tem uma dimensão uniforme e variável,
Tal qual a Identidade de cada Homem.


ARFER

quarta-feira, 20 de julho de 2016

AMIGO ! DISSERAM-ME QUE HOJE É TEU DIA - PARA MIM SÃO TODOS!

 PORQUE HOJE, DIA 20 DE JULHO DE 2016, ME COMUNICARAM SER O DIA DO AMIGO. Sendo assim, pelo pouco tempo de que disponho, deixo-vos com estas "PALAVRAS DITAS", escritas há um tempos, a um amigo de longa data e aos amigos que, nos BLOGS e no Facebook, deixam as suas palavras voar livremente. BEM HAJA!

AMIGO
Que continues a escrever
Poemas deste calibre
E tenhas essa vontade
De querer um país livre
E que a liberdade assente
No conceito da igualdade
De direitos e deveres.
Embora havendo pareceres
De que é uma utopia
Estamos certos da razão,
Esta não se fantasia.
O que dizes faz sentido
E vale em todo o momento
Desse passado sabido
É que vem o nosso alento.
É certo que em todo o tempo
Houve algumas frustrações
Por “batalhas” que perdidas,
Por insondáveis razões
São recordações vividas
Que trazem ensinamentos
Para as  lutas que  aí virão
Tendo em vista um Mundo novo.


Crentes da nossa razão
Porque o futuro é do povo.
Pensando o mesmo que pensas
E estando do mesmo lado,                                                                    Nesta luta desigual,
Uma certeza nós temos
Ao pensar em Portugal
Em tudo aquilo que fazemos .
Os ideais e a razão são a nossa força, amigo.
E é nesse acreditar que o lutar faz sentido.
Sentado nesta cadeira à frente do monitor
Te mando um abraço amigo
E continua Fernando, que eu cá estarei contigo
Nas “lutas” que aí virão, e avante camarada
Que um homem sem ideais nesta vida não é nada.
Um abraço.

ARFER

 Aos AMIGOS que escrevem.

Cinco letras, cinco dedos
Todos eles são diferentes
Tal como ideias e credos
Seguidos por tanta gente.
Para os que vêm e eu sigo,
Que já são quatro centenas
Vai o meu abraço amigo.
Não sei mais o que lhes diga
Já que dizer sem sentir
Não sou capaz de o fazer
E creio que todos vós, na verdade
Transmitem sonhos e SABER
Em perfeita LIBERDADE.
Uns falam da sua vida,
Das lutas que há por vencer
Que não há esperança perdida
Tudo depende do QUERER.
BEM HAJA, pois, para todos
Pela vossa criatividade
Os vossos versos e prosas
São “cheiro” de LIBERDADE.

ARFER

quarta-feira, 29 de junho de 2016

BIBLIOTECA - UMA JANELA PARA O FUTURO



HOJE UM DE JULHO É 0 DIA MUNDIAL DAS BIBLIOTECAS

Porque há dias escrevi:

"MAS LOUVE-SE O LIVRO E A MAGIA QUE ELE CONTÉM, A PALAVRA QUE ELE NOS TRAZ, AQUELE SENTIMENTO DE PARTILHA E CUMPLICIDADE QUE NOS TRANSMITE QUANDO O FOLHEAMOS.                                                                       TRANSMITIR ÀS NOVAS GERAÇÕES O VALOR DO LIVRO É UMA RESPONSABILIDADE QUE NOS CABE.

VIVA O LIVRO, O LEITOR E O AUTOR, GÉNIO CRIADOR DE ESCRITOS QUE NOS TRANSMITEM CONHECIMENTO, NOS FAZEM SONHAR E POR VEZES VOAR NUM INFINITO MÁGICO.”
Encontrei a BIBLIOTECA e perguntei:
- QUEM ÉS TU BIBLIOTECA?? - Eu sou a guardiã do passado, do presente e do futuro …

Tenho no meu seio, as Memórias dos Homens, o seu imaginário criador da esgrima da palavra, em prosa e poesia.

Guardo dicionários de todas as línguas, enciclopédias e livros temáticos das ciências e artes.

Sou um elo da transmissão do SABER e da CULTURA, alimento regenerador e formador de gerações. O meu conteúdo é o “adubo” que fortalece o HOMEM face aos “ditadores de vão de escada” e de todos aqueles que fomentam a ignorância, tendo em vista a dominação e usurpação da LIBERDADE dos povos.

A CULTURA E O SABER SÃO SINÓNIMO DE LIBERDADE.

- Sabes, disse-me a BIBLIOTECA, agora tenho a minha irmã digital que chega a todos os cantos do MUNDO e me tem ajudado neste “trabalho” incessante, de séculos, que vai resistindo aos que, aqui e ali, em diferentes épocas mandaram destruir algumas “células” do meu corpo.

Mas nós resistiremos e em cada canto do PLANETA AZUL HÁ E HAVERÁ SEMPRE UMA BIBLIOTECA QUE ESPERA POR TI !!!

ARFER

sexta-feira, 17 de junho de 2016

SARAMAGO - O HOMEM E A PALAVRA - MEMÓRIAS,

 
PARA QUE AS MEMÓRIAS FLORESÇAM
O HOMEM E A PALAVRA - 6 ANOS DEPOIS
 "Conheces o nome que deram, não conheces o nome que tens".  "Livro das Evidências" in "Todos os Nomes"
 18 de JUNHO de 2010
MORREU JOSÉ SARAMAGO Mas ficará sempre entre nós, O comunista convicto, HOMEM do POVO Que tudo fez e desde sempre lutou Para ver o seu Portugal, um país novo. Gostava de CAMÕES e dos poetas da Liberdade, Amado por muitos, ostracizado por alguns Nunca baixou a guarda na defesa da Verdade. Aqueles que desdenharam o seu valor, apresentam, hoje, sentidos pêsames vazios de sentimento. O HOMEM DA “Jangada de Pedra” que uniu os povos das margens do grande Oceano, respirou hoje pela última vez e, decerto, a sua última vontade foi a de seguirmos o seu ideal. O MUNDO FICOU MAIS POBRE. Em vez de ADEUS, um ATÉ JÁ !!! ARFER
 
PALAVRAS DITAS (Moita -2012) 

A DANÇA É VIDA
Neste palco do MUNDO
Em que todos somos atores.
Na dança dos sonhos
Só se erguem HOMENS de sonho,           
Na lucidez da sua cegueira,
Na dureza do seu caráter,
Nas palavras do seu Evangelho.
E na corrente da limpidez da sua PALAVRA
Carregada de sabedoria                                
Levar-nos-ia na “Jangada de Pedra”
Comandada por bom timoneiro
Ao encontro da “Ilha dos Sonhos”
Onde todos os homens e mulheres
Seriam livres e “Levantados do Chão”.       
Nessa sua “Ilha desconhecida”
Em que múltiplas gentes
De todos os continentes,
Numa sinfonia multicultural,
Fariam dela a sua PÁTRIA.                       
  
Nela honrariam a língua que os unia
Numa dança e num canto de louvor à LIBERDADE.
Por ela derramariam o seu “sangue”,
Pela igualdade no direito e no dever.
No sonho que nele habita                          
    
Dessa tal “Ilha encantada«
Em que o SER dignifica
E o TER não lhe diz nada

ARFER - 2010

E o HOMEM disse:-
“ … Negar a minha Pátria é como rejeitar o meu próprio sangue…”
E o HOMEM interroga:
“ … Como é que se pode não pertencer á língua que se aprendeu,
A língua com que se comunica, neste caso a língua com que
se escreve?? …”
 
"Livro das Evidências" in "Todos os Nomes"
Há na memória um rio onde navegam/ Os barcos da infância, em arcadas/ De ramos inquietos que despregam/ Sobre as águas as folhas recurvadas. / Há um bater de remos compassado/ No silêncio da lisa madrugada,/ Ondas brancas se afastam para o lado / Com o rumor da seda amarrotada. / Há um nascer do sol no sítio exacto, À hora que mais conta duma vida, / Um acordar dos olhos e do tacto, / Um ansiar de sede inextinguida. / Há um retrato de água e de quebranto/ Que do fundo rompeu desta memória,/ E tudo quanto é rio abre no canto/ Que conta do retrato a velha história.   JOSÉ SARAMAGO "POEMAS POSSÍVEIS", Editorial CAMINHO, 1981.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

UTOPIA? SERÁ POESIA?



 A MÃO QUE NOS  OFERECE UMA FLOR, TRANSPORTA NELA POESIA.
UTOPIA ?
O poema surge do nada, passo a passo,
Como planta que desponta da semente.
Com a esgrima das palavras me enlaço,
Neste sentir, forte, suave e coerente.
Cresce o caule, surge a folha, nasce a flor.
O fruto, esse, é o que se sente,
Seja de revolta, mágoa ou de dor,
Este enleio com a vida é permanente.
A vida que é sonho, luta, amor ardente
Desígnio que partilho em paridade
Com todos os que são a minha gente
Que caminham almejando a LIBERDADE.
Que o Mundo seja do SER e não do TER
Onde frutifiquem AMOR e AMIZADE
Que rejeite as vis formas de PODER
Nesta TERRA que é de todos, na VERDADE !!
ARFER

quarta-feira, 15 de junho de 2016