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sábado, 13 de março de 2010












O mais pequeno de Todos, mas com uns anos de vida. Na Imagem os cravos são gente livre.




A MINHA RUA

- A minha rua é uma rua qualquer
- É uma rua do mundo, onde há
homem e mulher;
- Também crianças brincando e
onde se aprende a viver.
- Onde o sonho é fantasia, e uma
esperança a crescer.
- É grito de liberdade, na espera
do que há-de vir
- Com Sol e estrela da tarde, que
aguarda a noite cair.
-A minha rua é de gente, onde
a palavra é amiga
- Onde se aprende, cantando
um hino de amor à vida.

ARFER

7 comentários:

  1. Obrigada por me seguir, aqui estou tb!
    Abraços
    Gena Maria

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  2. Te invitamos a un curioso torneo

    http://loscaballerosdeladamadecristal2.blogspot.com/

    Contamos con tu presencia.

    Saludos
    Los Caballeros de la Dama de Cristal

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  3. Olá!!! Seja bem vindo ao Ecos !!! Sucesso com o blog aí!!

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  4. Bela a sua poesia à vida que há na sua rua.
    Já não há muitas ruas assim, aliás sem bem raras, sobretudo nas grandes cidades.

    Gostei muito mesmo.
    Parabéns
    Abraço,

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  5. Poema belíssimo Arfer... muito gratificante encontrar seres que dividem o fio tênue entre o humano e o eterno... adorei também seu texto de apresentação do blog, para mim será um prazer partilhar este bonito encontro, bj!

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  6. Também já tive uma rua assim...
    Mas fui passando pelo tempo, a vida passando por mim, hoje minha rua, uma outra rua, vive na indiferença de quem a habita...
    Saudades de minha rua...
    Um abraço

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  7. Sem dúvida que sempre que seguimos um blog ou somos seguidos, formamos uma verdadeira teia, capaz de ter um alcance quantitativo e qualitativo para matérias formativas e informativas, que mídia alguma consegue ter. POR ISSO PARABÉNS PELO BLOG.

    Doutra feita, CONVIDO VOCÊ, seus seguidores e quem você segue, para lerem matéria sobre o espetáculo SAGRADO E PROFANO, que ocorrerá na cidade de Senador Pompeu, interior do Ceará, no pequeno Distrito de Engenheiro José Lopes. Experiência artística que mobiliza toda a população, que além de encenar a Paixão de Cristo ainda tem os caretas, que há cerca de 70 anos, saem pelas ruas. Experiência artística, social, política, folclórica, econômica..... que merece ser relatada, imitada e, sendo possível, vista e visitada ao vivo. Boa leitura em:

    www.valdecyalves.blogspot.com

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